Este é o blog do Caltabiano Moto Club. Aqui você vai poder interagir com os nossos passeios, saber dicas de lugares para visitar, conhecer as novidades da sua moto, fazer amizade e até compartilhar suas aventuras conosco. Participe, suas duas rodas continuam sempre acelerando por aqui!
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Continuação da bela viagem de Geraldo Tadeu e sua família (primeira parte publicada sob o título; cosa nostra – parte 1). “Desfrutamos Buenos Aires por quatro dias, com direito a festa de aniversário para o João Otávio (cinco anos). A família retornou para o Brasil, e nós para a estrada, de moto, pelas “rutas” 9, 12 e 14, com direito a fechamento da “ruta” 12 na província de Corrientes, desvio de 10 km por terra e depois do rally, chegamos a Foz do Iguaçu onde as cataratas são, de fato, um colírio para os olhos. Maringá no dia seguinte, e São Bernardo do Campo em 22/04, num total de 4.822 km. Em Ausentes 43 km de terra até a pousada e mais 45 até Bom Jardim da Serra (SC) para seguir rumo à BR 101. Um rally que recomendamos, pois as belezas naturais compensam. A BMW G 650 GS me proporcionou uma viagem tranquila, confortável e segura. Era por gasolina, lubrificar a corrente e acelerar. Nosso próximo destino? A família decide, e assim fazemos a viagem do jeito que gostamos: as mulheres e os netos voam, nós aceleramos e nos encontramos no lugar combinado para vivermos bons momentos juntos.” Fotos e texto: Geraldo Tadeu. motofamilia.blogspot.com
Formado em Educação Física, o personal trainer Aurélio Magalhães, de 39 anos, começa neste mês uma grande pedalada pelo litoral da Noruega. “Já viajei por mais de 20 países da Europa, Leste Europeu e África, mas o gosto pelo desafio, o sentimento de realizá-lo, associado a um lugar magnífico me fará viajar para um sonho ainda mais desafiador: pedalar por todo o litoral da Noruega, saindo de Oslo até a divisa com a Rússia quase 5000km depois, no seu ponto mais ao norte. Buscarei em cada região, seus costumes, hábitos e principalmente receitas culinárias, para poder, depois de cumprir essa missão, dissipar sua cultura, e dividi-las com todos aqueles que compartilham de um sentimento como esse.” Conta Aurélio. Confira o dia-a-dia desta aventura no blog atmagalhaes.wordpress.com
Em 1995, nossos amigos, Márcia e Castrucci, minha mulher Rose e eu estávamos nos Estados Unidos e viajamos de moto até Anchorage, no Alaska. Combinamos nosso encontro em Seattle, no extremo noroeste dos Estados Unidos. Nós saindo de Chicago e o Castrucci e a Márcia de Los Angeles. Como num rali, no dia e hora marcados nos encontramos em Seattle. Ponto de partida para o Alaska. Tinha lido muito a respeito dos encontros com ursos neste tipo de viagem, alguns com finais trágicos, e confesso que não via a hora de termos o nosso encontro. No Canadá e no Alaska estes animais vivem soltos, dentro ou fora dos parques nacionais, e quando menos se espera, damos de cara com os bichões. Descíamos por uma longa reta, o Castrucci estava na frente quando vi ao longe, num barranco à direita, a silhueta de um grande animal. Meu cérebro ainda condicionado aos animais soltos nas estradas brasileiras pensou tratar-se de um cavalo. Chegando mais perto deu pra ver, era um grande urso pardo parado no barranco como a esperar que a gente passasse para poder atravessar a rodovia. A adrenalina foi a mil e fiquei excitado com a possibilidade de fotografar o animal. Fui reduzindo as marchas e freando, mas só consegui parar depois de passar pelo urso. Ao fazer a meia volta para a foto o urso já estava no meio da estrada e parou quando me viu manobrando a moto. Parei também com a encarada do urso e ficamos por alguns segundos trocando olhares. Com a Rose aos berros na garupa ,“benhêê, vamos embora, olha o urso” e pensando no tempo que seria necessário pra tirar a câmara da bolsa de cintura e na agilidade daqueles imensos animais resolvi dar meia volta e continuar viagem. Estávamos realmente muito próximos. Ao acelerar a moto para ir embora o bicho também fez meia volta e retornou ao barranco. Acho que foi uma questão de respeito mútuo e ninguém ficou com o amor próprio abalado, nem eu, nem o urso. As fotos ficaram para os ursos empalhados que tivemos oportunidade de encontrar em diversos lugares. Décio Kerr é médico, experiente motociclista de aventura e responsável pelas rotas e destinos, liderando os passeios do Caltabiano Moto Club. Confira as outras histórias do Dr.!
Um casal entrando nos sessenta anos de idade, há dez transformou o motociclismo turístico num hobby. “Usando uma moto tivemos oportunidade de visitar lugares e encontrar pessoas que nos proporcionaram novas experiências e deixaram lindas lembranças.” Afirma o Sr. Klein. Em alguns anos realizaram muitas viagens, com destaque especial para três que cobriram Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e pequena parte da Bolívia. Agora estão se lançando em uma aventura mais ousada: pretendem percorrer todo o continente americano. “Como dispomos do tempo e temos disposição, a forma que encontramos de ver tudo que gostaríamos, ou pelo menos tanto quanto possível, foi essa.” O Sr. Klein e sua mulher utilizam como filosofia os seguintes dizeres de Amyr Klink. “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu.” . Confira os textos e fotos que relatam esta nova aventura do casal em: bhkleinsonhosprojetos.com.br
Em continuidade à cobertura da viagem solo deFábio Colaferro, confira os relatos do décimo segundo ao décimo sexto dia. “Dia 12. De San Pedro de Atacama a San Antonio de los Cobres. Na noite anterior, comecei a pensar sobre a possibilidade de atravessar a Cordilheira dos Andes pelo Paso Sico, trezentos e cinqüenta quilômetros na terra, cascalho, areia, pedra, sem combustível, nem postos, nem cidades, nem tráfego na ruta 51. E os caras esqueceram de colocar no Google Maps essas estradas em que vou andar. Atingindo 3.900 metros, parei, desliguei o sistema ABS para pilotar off-road e murchei os pneus. Estava com o dianteiro pressurizado em 42 libras e deixei com 30. O traseiro estava com 36, e reduzi para 25 libras. Perto da Laguna Calientes encontrei um tiozinho francês correndo e não entendi nada. Depois que eu vi isso, achei minha aventura por aquela estrada coisa de criança, acabou minha tensão, meu medo, etc. Em algum ponto eu atolei feio. Por pouco não liguei o celular por satélite (Iridium) e chamei a minha mãe! Já estava totalmente molhado e morrendo de frio. Mas os problemas do dia infelizmente não terminariam com esta atolada. Daí a chuva me pegou feio a 45 km de San Antonio de Los Cobres. Como na vinda, os flocos de neve começaram, só que agora como nevasca mesmo! Sinceramente não dava para acreditar naquilo. Neste ponto começava a descida da Cordilheira dos Andes. Na terra, um barro só e os desfiladeiros a 50 centímetros o tempo todo. Fiz o que pude e acho que fiz muito. Mas dois tombos foram inevitáveis. E assim eu pilotei por 300 quilômetros na terra, por 10 horas. A moto sambava o tempo todo. Cheguei a San Antonio de Los Cobres às 07h20 da noite. Dia 13. De San Antonio de los Cobres a Yerba Buena (ARG). Noite super mal dormida, depois do café, fui checar o óleo e quase cai para trás. Havia completado ao sair de San Pedro e talvez por causa das quedas, houve vazamento. Dica para quem vai fazer viagens longas de moto: leve um litro de óleo (no meu caso, o Motul 3000 20W50 4T Mineral). On the road again… de terra, rípio, com buracos, etc. Mas sem chuva, o que está um trilhão de vezes melhor do que ontem. Assim que entrei na pista de asfalto, encontrei um casal de suíços que estão viajando de bicicleta há quatro meses. A aventura deles está registrada no site rosyphil.com. Antes de chegar a Salta, havia mais uns 40 quilômetros de terra. Esta estrada tinha uns 20 pontos ou mais para testar a habilidade off-road de qualquer piloto. Fiquei embasbacado com a beleza deste trecho de San Antonio de Los Cobres até Salta. É um cenário exuberante, para não perder para qualquer paisagem européia ou outra qualquer. Precisava chegar a Yerba Buena às 17 horas. Havia agendado a revisão de 10 mil km. Dia 14. De Yerba Buena a Corrientes. Desde ontem à noite pensava em mudar os planos novamente, pois não queria voltar para o Brasil pelo mesmo caminho que eu vim. Então resolvi rodar uns 150 quilômetros a mais, voltando em direção a Salta para pegar o Chaco! Então, rumo ao Pampa Del Infierno! Parei para abastecer e descobri que estava faltando nafta (gasolina) em todo o trajeto. Novamente, lembre-se que a viagem só termina quando você chega! Parei no “posto”, ou melhor, na casa do mano Walter Gonzales ele estoca gasolina na garagem da sua casa e vende mais caro sempre que falta. Rodo uns 5 quilômetros e… PERDI A MALA DO TANQUE!!!!! Gente, coisa de filme! Andei no acostamento do lado direito e esquerdo da estrada por uns 4 quilômetros. Após uma hora e meia de procura, lembrei que naqueles 35 graus de temperatura, tinha esquecido até de tirar a jaqueta. Nessa altura, todo o povoado já estava comigo. Na última hora, um cara muito gente boa, havia percorrido todo o acostamento comigo em sua pick-up branca. Um dos caras atrás da pick-up gritou! Pulei da camionete e saí correndo lá estava, INTACTA! Agradeci muito a todos, dei uns 300 dólares para o Oriel, mais outros tantos para a família toda que ficou comigo e todos ficaram felizes para sempre!!! Dia 15. De Corrientes a Cascavel (BRA). Saí mais tarde hoje, às 11h15. O termômetro da moto marcava 31 graus, mas certamente estava errado. Devia estar uns 68 graus, no mínimo. Parece que é normal a falta de combustível na Argentina, pois desde Salta até antes de Posadas, encontrei dificuldade para achar gasolina. Repetindo uma observação, as reservas nos hotéis funcionaram muito bem. Foi a melhor decisão que tomei. Outra coisa boa foi trazer pesos argentinos e chilenos, comprados no Brasil. Cheguei às oito e meia da noite em Cascavel, após 768 quilômetros, dos quais 250 na chuva. Aliás, registrando, nenhum policial na viagem toda me parou para extorquir dinheiro. Dia 16De Cascavel a São Paulo. Sai hoje às 9 da manhã para meu último trecho rumo a São Paulo. 915 km! Já aprendi que só GPS não funciona em viagem. Tem que ter o mapa impresso, tem que estudar os caminhos, tem que perguntar também. Vou editar e publicar os vídeos da viagem, incluindo os tombos! Claro, agora tenho que trabalhar um pouco, mas com paciência e nas longas madrugadas conseguirei fazer isto. Mãe, voltei! Agora você já pode dormir!”Confira a íntegra dos textos e fotos de Fábio Colaferro em: vidavivida.com.br
Em continuidade à cobertura da viagem solo deFábio Colaferro, confira os relatos do oitavo ao décimo primeiro dia. “Dia 08, de Antofagasta a San Pedro de Atacama. O trajeto hoje é curto para chegar em San Pedro de Atacama, local onde ficarei por 3 dias e 4 noites. Uma das coisas que me chamaram atenção, desde a entrada no Chile, são as homenagens aos mortos ao longo das estradas. Estariam as pessoas enterradas ali? Engraçado que no Chile a placa de trânsito PARE significa parar mesmo, totalmente, até atingir uma posição inerte. Todos os dias tem acontecido a mesma coisa a partir das quatro da tarde, uma ventania só. Levei uma rajada lateral que perdi até o rumo. Se eu não estivesse com as duas mãos no guidão, acho que perderia a frente da moto. À noite fiz o check-in no hotel Tierra Atacama. Que show de lugar! Dia 09 em San Pedro de Atacamaé hora de aproveitar o final de semana e conhecer o destino principal desta viagem ao deserto. Cláudio, o guia do hotel, marrento que só ele, tentou me explicar que o deserto do Atacama não é seco, e sim árido e que isto é diferente de seco, pois aqui tem água. Em função destas condições existem poucas cidades e vilas no deserto. Por ser bem isolada é considerada um oásis no meio do deserto e o principal ponto de encontro de viajantes do mundo inteiro. San Pedro possui uma vida agitada, mesmo depois da meia-noite. A 12 km de San Pedro, localizado na Cordillera de La Sal, visitei o Valle de Ia Luna que é uma extensão de terra e areia avermelhadas e outras vistas impactantes. O segundo passeio da tarde foi para o Salar de Atacama: Pueblo de Toconao e Laguna Chaxa. Como em toda excursão, pagar mico é clássico. A primeira roubada à tarde foi a parada na “chácara” de Tambillo. Após longos 40 minutos, partimos para o segundo mico. Toconao, uma pequena vila a 40 km de San Pedro, oficialmente com mil habitantes (para mim, tinha uns 170). ROUBADA! Não vá. Dia 10 Em San Pedro de Atacama. Todos já diziam que os Geysers Del Tatio era programa top, imperdível. Então, lá vamos nós. Uma hora e pouco para chegar, sem café, pois segundo eles muitos ficam mareados com a altitude. À medida que o sol vai nascendo por trás da cadeia de montanhas, o brilho da fumaça muda e as luzes tornam a visão ainda mais espetacular. Sem poder evitar o mico do dia, a próxima parada foi no Pueblo de Machuca. Baita enganação. Duvido que aqueles caras morem lá. Todos de camionete último tipo. As mulheres fantasiadas como se fosse para o carnaval. Imagine, sobre as casinhas imitando pueblo, tem placas de energia solar. Dia 11 Em San Pedro de Atacama.Estavam programadas duas excursões para hoje. No entanto, andar de van não dá mais. Chega, desisti e resolvi curtir somente o hotel, sem hora, lenço e documento.”Confira a íntegra dos textos e fotos de Fábio Colaferro em: vidavivida.com.br
Em continuidade à cobertura da viagem solo deFábio Colaferro confira os relatos do quinto ao sétimo dia. “Dia 05 da Viagem do Atlântico ao Pacífico,trecho de Cafayate a Purmamarca. Como eu disse ontem, essa viagem começa realmente depois de Tucumán! Bom, deixe-me dizer uma coisa sobre Cafayate: uma cidadezinha legal e simpática, mas muito simples, como a maioria delas até agora tem muito gringo, mas o que chama atenção é a quantidade de jovens. A moçada viajando de mochila, muitas bicicletas, gente fazendo trekking, muitas turmas de amigos, mas especialmente turmas de moças. Dia 06de Purmamarca a San “Perro” de Atacama. Hoje valeu por uns dois dias e meio. Sai de Purmamarca com 17 graus de temperatura. Disseram-me que poderia fazer até 12 graus na cordilheira. Gente, não dá para classificar o que é mais bonito, mais interessante. É tudo tão diferente, tão deslumbrante, tão grandioso, uma beleza impressionante. Eu só pensava que seria difícil chegar a San Pedro, pois a cada quilômetro era uma foto. Alguns amigos já haviam me avisado que se por acaso eu me emocionasse em alguns dos lindos trechos da estrada, não era para ficar preocupado, pois eu não estaria virando veado. Uma sensação de plenitude, um sentimento sensacional, sem palavras, traduzidas somente pelas duas ou três lágrimas que caíram. Tentei fazer uma visita a uma família da região. Claro que eles não entenderam muito bem o propósito da tal visita, e óbvio que eu não esperava café e bolo. Não sei se já disse, mas esta viagem tem vários propósitos, tais como: andar de moto, viajar, conhecer lugares novos, refletir sobre a vida, mas principalmente, para fotografar. Às 19h30 passando pelo ponto mais alto deste caminho na Cordilheira dos Andes, o que por si só já é um absurdo. Há exatos 4.834 metros de altitude e com a temperatura de 3 graus, eis que começa a nevar. Santas manoplas aquecidas, Batman! Dia 07 de San Pedro de Atacama a Antofagasta. Saí às 10h30, com bastante Sol. Estava no meio do deserto e ainda as onze da manhã a temperatura era de 12 graus! Que raio de deserto frio é este ao meio dia? De Calama, segui para Tocopilla. Finalmente avistando o Oceano Pacífico. Que maravilha e que contraste. Gira a cabeça para trás, deserto! Olha para frente, o mar. Mas os 150km de Tocopilla para Antofagasta, dos quais uns cem deles colados ao mar, são um espetáculo à parte. Resolvi esticar um pouco e conhecer hoje o que faria somente amanhã. A escultura “Mano Del Desierto”, feita em 1992 por Mario Irarrazabal. Essa parada é meio emblemática para todo cara que viaja de moto para o Deserto do Atacama. Cheguei a Antofagasta às oito da noite, a tempo de ver um por-do-sol lindo. Antofagasta me impressionou muito bem. Cidade média bonita, bem arrumada, prédios e construções modernas, movimentada.” Confira a íntegra dos textos e fotos de Fábio Colaferro em: vidavivida.com.br
Iniciamos a cobertura da viagem solo deFábio Colaferro, intitulada Do Atlântico ao Pacífico. Fábio escreve e envia fotos diariamente, num relato minucioso desta aventura. “Dia 01. De São Paulo a Foz do Iguaçu. Após mais de sete meses pensando nesta viagem, agora ela já se transformou em realidade! Aqui estou, na cobertura do hotel em Foz do Iguaçu, tomando uma para comemorar o início da jornada. Quase 1.100 quilômetros rodados neste início. Mil e cem pensamentos, mil e cem emoções diferentes.Dia 02 Fronteira Brasil Argentina.Impossível nestes momentos não lembrar das pessoas que me ajudaram a chegar aqui, mas como está tudo correndo tão bem, talvez não seja hora, ainda, de agradecer. Primeira picada de abelha na jugular. Com jaqueta fechada, como eu recomendo no meu blog. A desgraçada entrou no meio centímetro que sobrou e créu. E doeu bastante por uns 100 quilômetros. Sobre fronteiras: do Brasil para a Argentina foram dois minutos. “Tum” carimbo no passaporte! Após passar a fronteira, um comando me pediu 100% dos documentos citados nos blogs de viagem de moto. Mas só isso, nada mais. Em todos os outros sete comandos que passei não me pararam mais. Dia 03De Corrientes para San Miguel de Tucumán. Esta foi a última perna chata da viagem (na ida), que eu chamo de deslocamento. Nada demais para ver ou experimentar. Uma observação sobre os costumes desta região. Primeiro: capacete é frescura por aqui, ninguém usa. Outra curiosidade são os sinais: os carros quando cruzam e dão luz alta, na verdade só estão cumprimentando. Entre Presidência Roque Saenz Pena e Quimili andei uns 50 quilômetros com borboletas amarelas por todos os lados. Parecia coisa de filme. Nesta mesma estrada entrei no trecho dos passarinhos. A sensação é estar num jogo de fliperama com milhares de passarinhos no acostamento. Dia 04 De Tucuman a Cafayate. Agora sim, a viagem começou! Hoje foi o bicho! Pena que não consegui mandar os vídeos. Estão demais. Hoje teve estrada de terra, atravessei rios, subi montanhas, quase cai algumas vezes, corri de moto no pasto atrás de cavalos, óleo na pista, lhamas, frio, vinhos, rampas, barro… Uau! Que dia para ser lembrado!”. Confira a íntegra dos textos e fotos de Fábio Colaferro em: vidavivida.com.br
A nova rodovia, chamada inicialmente de Interoceânica, liga o Brasil, pela cidade de Rio Branco no Acre ao Peru. Ela tem uma extensão total de 2600km. A rodovia é considerada a maior obra da engenharia da América do Sul e tem incríveis 207 pontes, a maior parte delas no trecho de transição entre a floresta amazônica e a Cordilheira dos Andes. Seu longo trajeto passa por altitudes de até 4500 metros da Cordilheira dos Andes, suas vias são compostas por paisagens exuberantes. Agora, os motociclistas podem chegar ao Peru via Acre, através da Interoceânica, não precisando mais passar pela Argentina e Chile. Confira esta matéria na íntegra em: http://www.rockriders.com.br/Default.aspx?pagina_capa=Detalhe_noticias.aspx&tipo=16&id=1993
Nossos amigos e presenças constantes nos passeios do Caltabiano Moto Club realizaram uma belíssima viagem pela Europa no mês de setembro passado. A Tour dos Alpes, como foi batizada a viagem, incluiu na rota, a Alemanha, Áustria, Itália e Suíça. O comentário unânime destacou a ótima qualidade das estradas e da comida em geral. O visual fantástico, a possibilidade de alugar as motos usadas na viagem, hotelaria e atrações turísticas de primeira, fazem deste tipo de roteiro, uma excelente opção para uma aventura com muito conforto. As fotos da viagem foram gentilmente cedidas por André Braga. Maiores informações tourdosalpes@yahoo.com.br