Arquivo para a categoria: ‘Dicas’
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viagem | 16 Fevereiro, 2011 |
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“Motociclista fica gravemente ferido após ser atingido por linha com cerol”. Notícia infelizmente comum, o uso de linhas com cerol é mais um perigo que ameaça o motociclista brasileiro. O cerol é uma mistura criminosa de cola de madeira com vidro moído usada em linhas de papagaio (pipas) é a responsável por vários acidentes ocorridos em todo o Brasil. Em época de férias escolares ou quando os ventos estão fortes são comuns os acidentes com motociclistas. Um levantamento da Associação Brasileira de Motociclistas (Abram) aponta que 50% dos acidentes deste tipo deixaram as vítimas em estado grave ou gravíssimo e outros 25% dos acidentes causaram danos leves. Dentre uma centena de acidentes nos últimos 12 meses, 25% foram fatais. Dados como esses levaram a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados (CCJ) a aprovar um projeto de lei que torna obrigatória a instalação de antenas cortantes em motocicletas para proteger os condutores contra as linhas com cerol. A proposta ainda tem de ser apreciada pelo Senado para virar lei. Os motociclistas que circulam próximo a rodovias, perto de comunidades mais simples, são os que correm mais riscos. É nesses pontos, segundo a Abram, que foram registrados a maioria dos acidentes. O presidente da Abram acredita que a colocação da antena é uma medida importante porque a “ação é pequena, mas o benefício é muito grande”. “A antena não elimina o risco do acidente com a linha de pipa, mas é o equipamento mais eficaz que existe”. De acordo com ele, muitos motociclistas sabem que deveriam usá-lo, mas, por comodidade, acabam deixando para depois e, muitas vezes, esquecem de colocá-lo. Maiores informações confira http://www.cerol.com.br/index2.php
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viagens | 15 Fevereiro, 2011 |
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Nosso amigo, motociclista, gourmand, cozinheiro, fotógrafo, pescador e advogado, Alfredo Divani, divide parte do seu conhecimento em um ótimo blog. O próprio título do blog já avisa a que veio, “Viagens, comidas e outras curtições”. Lá poderemos saborear, além de receitas deliciosas, excelentes fotos das viagens de moto e de pesca que o Alfredo promove. Vale conferir! Fotos: Alfredo Divani em: viagenscomidaseafins.blogspot.com
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vista | 10 Fevereiro, 2011 |
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A maioria das decisões tomadas quando estamos pilotando são baseadas nas informações que recebemos pelos olhos. Nossa visão, no entanto, pode ajudar ou atrapalhar nossa pilotagem. A sensação de velocidade também é um fator que é diretamente influenciada por nossa visão. Com um campo de visão concentrado em um ponto próximo, a nossa sensação de velocidade é proporcionalmente maior que a sensação que um campo de visão amplo e distanciado proporciona. Esta sensação é especialmente importante quando realizamos curvas. Neste caso, e por esta razão, nosso olhar deve estar posicionado no ponto mais distante que a curva progressivamente revelar. Devemos se possível, olhar “através da curva”. Tal técnica traz três vantagens. Quanto mais adiante se olha, mais cedo se reconhece um possível perigo e mais cedo se poderá reagir. Em segundo lugar, um olhar mais distante e com um campo focal mais aberto, tende a reduzir a sensação de velocidade, o que contribui com a diminuição da ansiedade, facilitando uma posição de pilotagem menos tensa, além de propiciar à mente do piloto uma leitura geral do ambiente gerando confiança. A terceira vantagem de se “ver através da curva” é que nosso corpo naturalmente tende a inclinar-se na direção em que olhamos. Em outras palavras, você vai onde você vê. Grande abraço a todos, boa visão e boas curvas! Bibliografia consultada; Total Control: High Performance Street Riding Techniques – Ken Parks – Bow Tie Press; 2nd edition (April 22, 2008) Proficient Motorcycling: The Ultimate Guide to Riding Well – David L. Hough – Motorbooks; 1st edition (July 12, 2003) Riding in the Zone – Ken Condon – Whitehorse Press; Pap/DVD edition (February 15, 2009).
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viagens | 6 Fevereiro, 2011 |
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A nova rodovia, chamada inicialmente de Interoceânica, liga o Brasil, pela cidade de Rio Branco no Acre ao Peru. Ela tem uma extensão total de 2600km. A rodovia é considerada a maior obra da engenharia da América do Sul e tem incríveis 207 pontes, a maior parte delas no trecho de transição entre a floresta amazônica e a Cordilheira dos Andes. Seu longo trajeto passa por altitudes de até 4500 metros da Cordilheira dos Andes, suas vias são compostas por paisagens exuberantes. Agora, os motociclistas podem chegar ao Peru via Acre, através da Interoceânica, não precisando mais passar pela Argentina e Chile. Confira esta matéria na íntegra em: http://www.rockriders.com.br/Default.aspx?pagina_capa=Detalhe_noticias.aspx&tipo=16&id=1993

Tem gente que vive empurrando a moto por falta de combustível. Ou é pão duro, ou é esquecido. Se a sua moto for “injetada”, como é o caso de todas as BMW, tome remédio para a memória ou se prepare para os prejuízos. É que a bomba elétrica de combustível é refrigerada pela gasolina no tanque. A contínua falta de gasolina pode causar aquecimento anormal da bomba podendo diminuir sua vida útil ou em casos extremos, ocasionar a queima. http://www.motoreport.com.br/2011/01/uma-dica-para-quem-esquece-de-abastecer.html
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custom | 21 Janeiro, 2011 |
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Nas motos custom os vícios são posicionar-se com o peso do corpo concentrado no quadril sobrecarregando a base da coluna e tendendo a curvá-la para frente. Desta forma a coluna recebe ainda o adicional impacto dos buracos numa posição desfavorável. O melhor é evitar uma curvatura excessiva das costas e aproveitar as paradas para realizar alongamentos, reduzindo assim o cansaço da posição. Ao menos a cada duas horas levantar da moto e erguer os braços esticados 10 vezes, até atrás da linha da cabeça, sem forçá-los, diminui o incômodo do corpo curvado à frente e restabelece a posição natural. Texto: Marcelo Assumpção
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vícios | 20 Janeiro, 2011 |
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Nas motos esportivas os vícios são sustentar o peso do corpo nos braços e ombros; Embutir na carenagem e permanecer “deitado” sobre o tanque, com a cabeça levantada e inclinada para trás. A melhor posição é manter braços e ombros relaxados, dividindo o peso do corpo com as coxas, pressionadas contra as laterais do tanque. Com o tronco mais ereto, a cabeça fica numa posição mais confortável para o pescoço. De qualquer forma, realizar movimentos circulares com a cabeça lentamente ajudam a aliviar as dores na região. Os cotovelos mais próximos do corpo aliviam a tensão sobre os ombros; As dores na musculatura da região da canela são conseqüência das pedaleiras, que obrigam as pernas a formarem um ângulo fechado com os pés. Apoiar a ponta de um pé por vez no chão e fazer movimentos circulares a cada parada alivia as tensões na região. Confira amanhã os vícios e a melhor posição para as motos custom. Texto: Marcelo Assumpção
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posição | 19 Janeiro, 2011 |
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A posição de pilotagem não é uma preocupação exclusiva dos pilotos. Com as orientações corretas, todos os motociclistas podem evitar pequenos vícios de postura, viajar mais e com mais conforto. Isso sem falar na saúde, depois de alguns anos sobre duas rodas. “O ideal é que a pessoa se sinta confortável e numa posição segura na moto, sem dores lombares ou nos ombros”, diz o ortopedista Alexandre Ferreira, que cuida dos pilotos dos campeonatos organizados pela CBM. Cada estilo de moto posiciona o piloto de forma diferente, exigindo mais suporte de determinados músculos e articulações. Abaixo apresentamos os vícios e a proposta da fisioterapeuta Paula Senna , sobre o que fazer em cada estilo de moto para viajar confortavelmente. Nas motos Street ou Trail os vícios são relaxar excessivamente as costas fazendo com que o piloto se curve para frente, concentrando o peso nos ombros, braços e base da coluna. A melhor posição é a que permite a distribuição do peso do corpo com mais equilíbrio. As pedaleiras na mesma linha do corpo transformam as pernas em amortecedores e minimizam os impactos sobre a coluna. Manter a coluna ereta é a maneira ideal de evitar dores na região lombar e fazer o melhor uso desta posição. Confira amanhã os vícios e a melhor posição para as motos esportivas. Texto: Marcelo Assumpção
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viagens | 15 Janeiro, 2011 |
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Hoje, quero falar da categoria mais injustiçada no motociclismo: o garupa, que eu aqui vou preferir chamar de passageiro. Acredito que sua garupa pode ser muito mais do que outra peça de bagagem: Ela pode ser seu co-piloto. Quando a gente viaja, vai vendo passar aqueles inúmeros quilômetros com relativa facilidade. Estamos ocupados pilotando a moto, verificando o computador de bordo, brincando com o GPS, calculando quantos kms faltam para a próxima pausa, etc. Enquanto isso, nossa parceira faz o que? Não faz nada. Fica ali, olhando a paisagem, se houver uma e se ela tiver altura suficiente para poder ver por sobre o seu ombro e pensando o que ela está realmente fazendo ali… Fidelidade, meu caro, tem limite. Foi aí que minha mulher e eu começamos a desenvolver idéias para que a viagem de moto tenha para ela a mesma dimensão que tem para mim. É importante poder conversar. Esse negócio de sua parceira ter que te dar um “cascudo” no capacete para te dizer que quer parar para fazer xixi é muito tosco. Não serve em uma viagem de várias semanas. Além do mais, você aproveita a estrada para levar aquelas conversas longas e colocar em dia um monte de “probleminhas” do casal. Lembre-se que ela não vai poder abandonar a conversa pois vocês estão a mais de 100 km/h na estrada. Quanto ao equipamento pessoal, tem que ser o mesmo para os dois. No nosso caso, minha mulher e eu usamos o mesmo material e variamos a cor. Assim o que você sofrer, ela sofre (ou não) da mesma forma. No meu caso, como uso a Jaqueta Rallye Pro 3 da BMW, tenho um grande bolso nas costas que minha mulher usa como depósito para colírio, batom, mentas, chocolate, creme hidratante e todas essas coisas absolutamente essenciais que as mulheres insistem em levar com elas. Minha mulher compartilha comigo o espelho retrovisor esquerdo. Faço a regulagem do espelho de forma a que nós dois possamos ver o que nos segue ou o que tenta nos ultrapassar. Várias vezes ela me tirou do aperto pois, está claro que quatro olhos vem muito melhor do que apenas dois. Uma das atividades que minha mulher mais gosta enquanto rodamos por esse mundão é a de fotografar a paisagem. Se ela estiver descontente, sua viagem vai ficar muito mais longa e nem um pouco divertida… A moto é um espaço demasiado pequeno para desentendimentos. Ela será parte da viagem e o prazer será muito mais do que o dobro. Somos cúmplices de muitos quilômetros juntos. Boa estrada e grandes viagens a dois para vocês. Ricardo Lugris. Confira o texto completo e também as outras fotos de Ricardo Lugris em: http://www.rotaway.com.br/content.asp?cc=7&id=210
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perigo | 26 Dezembro, 2010 |
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Outro dia, saindo da Caltabiano da Oscar Freire com a minha GS, levei um “chão” em função das faixas de pedestres úmidas e incrivelmente escorregadias. O “marronzinho” do CET que veio me ajudar, disse que até os próprios pedestres, muitas vezes, caem nestas circunstâncias. Agora, isto daria uma belíssima ação judicial, que caso procedente, reverteria uma indenização a ser recebida na forma de precatórios, em quem sabe vinte anos. Ao procurar não encontrei qualquer regulamentação de material antiderrapante a ser empregado na sinalização horizontal, salvo regulamentação referente aos materiais do item 4.6 do Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito. Vale a dica de quem já sentiu na própria pele. Faça a sua parte, (além de tudo) tome muito cuidado com a sinalização horizontal, principalmente com as faixas duplas e tracejadas nas ruas ou estradas.. Procure não fazer manobras tracionando ou usando os freios ao mesmo tempo, especialmente com o piso molhado. Possivelmente, desta forma, o risco de acidentes ficaria reduzido.