Arquivo para a categoria: ‘Dicas’
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viagem | 10 Janeiro, 2012 |
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Confira algumas dicas importantes para uma viagem mais tranquila neste período de férias escolares. Prefira sempre viajar de dia. Evitar conduzir em condições de baixa visibilidade como com neblina e chuva intensa. Revisar a moto antes de viajar verificando o freio, nível do óleo, parte elétrica e luzes, bem como as condições e a pressão dos pneus. Consultar mapas, GPS ou ter o trajeto da viagem já traçado ou impresso para eventuais consultas. Planejar o itinerário de paradas para descanso e alimentação. Mantenha a calma, mesmo em situações difíceis. Informar-se sobre as condições do destino, principalmente em feriados. Não descuidar da sinalização quando esta existir. Parar em lugar seguro para descanso a cada duas horas. Não transitar no acostamento. Manter velocidade compatível com o fluxo geral dos veículos. Verificar os instrumentos do painel em intervalos regulares. A qualquer indicação de mau funcionamento da moto, pare. Por fim, seguir todos os procedimentos da pilotagem defensiva e ter uma ótima viagem!

“O Acre tornou-se uma boa opção de saída, para quem pretende conhecer o Peru por via terrestre utilizando a recém inaugurada Rodovia Interoceânica Sul. De São Paulo até Rio Branco são 3.700 km de boas estradas asfaltadas. Os caminhões trafegam numa boa velocidade facilitando a pilotagem das motocicletas. No trajeto que fizemos no Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia e Acre não há pedágios e as estradas estão bem conservadas e sinalizadas com poucos trechos em obras. Algumas carretas com cargas imensas transportando componentes das turbinas da hidroelétrica do Rio Madeira trafegam lentamente ocupando toda a estrada mas não são problema para as motos. Em Três Lagoas (MS), Rondonópolis (MT), Cáceres (MT), Ouro Preto do Oeste (RO), cidades escolhidas para pernoite e Rio Branco (AC), destino da primeira fase da viagem, existem bons hotéis e restaurantes e os postos para abastecimento estão bem distribuídos. A única dificuldade, a partir do Mato Grosso, é a temperatura que variava entre 35° e 38°. Mas o melhor ainda está por vir, que será a diversidade de clima e paisagens entre a região amazônica e andina desta rodovia na segunda fase desta viagem. Até lá!” Décio Kerr é médico e guia do Caltabiano Moto Club.

Confira algumas imagens que o nosso amigo e frequentador assíduo dos passeios Caltabiano Moto Club, o Marcelo Panzetti captou em visita ao museu da BMW em Munique, Alemanha. Segundo o relato do Marcelo, o museu é programa imperdível para turistas e apaixonados por duas e quatro rodas. Maiores informações: bmw-museum.com

Sabemos que o posicionamento corporal do piloto contribui para a realização facilitada de curvas. Antes de realizar a curva o piloto adota uma inclinação corporal perfazendo um ângulo em relação ao centro da moto. Digamos que analogicamente a um relógio, a linha central da moto é o ponteiro das horas e a linha central do piloto é o ponteiro dos minutos. Nesta analogia, a posição pode ser cinco para meio dia ou quinze para meio dia, não importa a inclinação adotada, o importante é a constância desta posição, desde pouco antes da realização da curva até o seu completo término. O simples fato do corpo do piloto, agora angulado, estar criando turbulência facilita o esforço de realização da curva, criando um pivô. Fundamentalmente é por este motivo que os pilotos de motovelocidade utilizam os joelhos e até os cotovelos para neutralizar o peso corporal e não “atrapalhar” o trabalho da moto. Assim que o piloto pré-posiciona seu corpo, antes da realização da curva, a moto vai tender a inclinar-se para o centro da curva. O piloto deve controlar a pressão de força imposta pelos braços ao guidão e gradualmente o braço “de fora” vai transferindo para o braço “de dentro da curva” todo o trabalho de apoio do corpo e condução da moto, numa espécie de transferência de funções. O braço de fora, vai gradualmente relaxando-se para não “brigar” por controle e criar um balanço indesejado da roda dianteira. Tal transferência se dá no momento em que o piloto elege como o ponto de curva da linha desejada (ler o post “linha limpa” na categoria dicas). A mencionada transferência, aliada à posição pendular do corpo é uma técnica que auxilia muito o trabalho da moto e traz maior sensação se segurança ao piloto. Uma boa posição corporal e a consciência do movimento podem resultar em curvas mais eficientes e menos cansaço ao piloto, pratique! Bibliografia consultada; Total Control: High Performance Street Riding Techniques – Ken Parks – Bow Tie Press; 2nd edition (April 22, 2008) Proficient Motorcycling: The Ultimate Guide to Riding Well – David L. Hough – Motorbooks; 1st edition (July 12, 2003) Riding in the Zone – Ken Condon – Whitehorse Press; Pap/DVD edition (February 15, 2009).
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tecnica | 18 Março, 2011 |
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Como se pode presumir, a posição do corpo do piloto produz um grande efeito na condução de uma moto. Desta forma, o correto posicionamento corporal será decisivo para o quanto de esforço físico será necessário para a pilotagem. A eficiência do movimento é um processo conhecido dos dançarinos e mestres de artes marciais, eles utilizam o próprio peso corporal e as forças cinéticas envolvidas para facilitar a execução do movimento e poupar preciosa energia que será dosada ao longo do exercício. A motocicleta é um equipamento de precisão. Todo o seu conceito técnico se harmoniza com a utilização para a qual foi projetada. O piloto deve participar ativamente da dinâmica que envolve o movimento e “colaborar” para que a moto faça o seu trabalho. O corpo do piloto, em especial, da cintura para cima, deve estar relaxado, os pés recolhidos, posicionados de forma com que a ponta da bota apóie-se sobre os pedais. Antes de realizar uma curva, posicione o corpo inclinando-o para “dentro da curva” criando um ângulo em relação à linha central da moto, desta forma a transferência de peso poderá ser realizada com mais suavidade em relação à suspensão e guidão. Confira amanhã a segunda parte desta matéria. Bibliografia consultada; Total Control: High Performance Street Riding Techniques – Ken Parks – Bow Tie Press; 2nd edition (April 22, 2008) Proficient Motorcycling: The Ultimate Guide to Riding Well – David L. Hough – Motorbooks; 1st edition (July 12, 2003) Riding in the Zone – Ken Condon – Whitehorse Press; Pap/DVD edition (February 15, 2009).
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uneasy rider | 4 Março, 2011 |
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O escritor inglês Mike Carter está completamente convencido que a crise da meia idade é o mais miserável período da vida. “O ponto mais baixo na vida de um homem é quando ele completa 42 anos”, são as primeiras palavras do livro intitulado Uneasy Rider. Carter então cita vários exemplos: seu pai abandonou a família, um amigo teve um ataque cardíaco, um tio começou a beber e Elvis Presley morreu nessa idade, aos 42 anos. Nesta mesma idade, a esposa de Carter abandonou-o, precipitando sua queda no desespero existencial. As opções disponíveis para um homem em tais circunstâncias tendem a girar em torno do tema fuga. Assumindo que ele não tem filhos e que dinheiro não é preocupação, Carter compra uma BMW GS 1200 e decide viajar por seis meses. Parece um clichê, o que ele mesmo reconhece, mas por que não adotá-lo? Em um longo passeio de moto você tende a ter um muito de tempo para pensar, ou melhor, para não pensar. A pessoa entra num transe em que tudo o que você pode ouvir é o barulho do motor e o barulho do vento. O final do livro reserva uma auto-avaliação de vida realmente comovente. Enfim, coisas que só uma viagem de moto ou muita psicoterapia podem proporcionar: mercadolivre.com.br ou www.amazon.co.uk

As excursões de motocicleta guiadas da Adriatic Mototours permitem que você realmente aproveite as mais belas paisagens da Europa em grande estilo. Desde a recepção no aeroporto, até a entrega das bagagens nos quartos dos melhores hotéis, deixe a Adriatic Mototours cuidar de tudo para você. Nossos experientes e amigáveis guias são fluentes em Inglês e altamente empenhados em assegurar que as suas necessidades sejam atendidas. Muitos motociclistas brasileiros podem confirmar isso. Maiores informações em: www.smtours.com
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selação | 22 Fevereiro, 2011 |
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Não existe a linha perfeita, ou seja, o melhor traçado a ser usado em todas as curvas. Velocidade, condições da estrada, perigos, experiência do piloto, enfim, tudo tem um papel ativo na escolha da linha que se vai traçar em cada curva. A princípio podemos destacar três erros que podem ser viciosamente cometidos quando realizamos curvas. O primeiro problema no traçado de curva ineficiente é “virar muito cedo”, em função de um ponto de curva antecipado. Não inclinar-se, suficientemente rápido, é o segundo problema. E por fim, realizar diversas correções enquanto se efetua uma curva, ou seja, traçar uma “linha suja”. Fixar o olhar na porção interna da curva, naturalmente resulta em um início de realização prematuro da mesma. (ler a matéria intitulada “ponto de vista”). Uma das consequências disto, é que a linha prematuramente iniciada resulta em uma saída muito aberta ou “esparramada”, deixando poucas oportunidades de correção ou mudança de traçado. Um início de curva retardado, ou seja, escolher um ponto de curva atrasado, juntamente com uma inclinação suficientemente rápida, possibilita além de uma saída mais ao centro da estrada ou pista, como também proporciona uma linha de visão melhor dos outros veículos. Sendo o ponto máximo de inclinação ou ápice da curva atrasado, proporciona, em caso de troca de traçado, mais tempo para reação, além de que, por natureza, demanda um tempo de inclinação menor, tornando a realização de uma curva mais rápida e segura. Grande abraço a todos, bons traçados e boas curvas! Bibliografia consultada; Total Control: High Performance Street Riding Techniques – Ken Parks – Bow Tie Press; 2nd edition (April 22, 2008) Proficient Motorcycling: The Ultimate Guide to Riding Well – David L. Hough – Motorbooks; 1st edition (July 12, 2003) Riding in the Zone – Ken Condon – Whitehorse Press; Pap/DVD edition (February 15, 2009).
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verão | 19 Fevereiro, 2011 |
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