Postado por guilherme em | 13 Novembro, 2011 | 1 Comentário

Viagem do Wlamir (parte final)

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Nosso amigo motociclista Wlamir Panko continua o relato da sua primeira viagem ao Atacama com o colega Mauro. “Penúltimo dia de viagem. Depois do café fomos até a praça principal de Passo Fundo para fotografar o cuião do prefeito. Partimos então para a etapa da nossa última escala, Curitiba. Tomamos a RS135 que depois passa a ser BR153 e lá na frente passa a ser a BR476, é sempre a mesma estrada. Muito bonita, arborizada e a paisagem das serras gaúchas e catarinenses é linda. Serras, rios, vales e muitas cidadezinhas ao longo do caminho. Vários postos de serviço, não há problemas com o combustível. Na divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina corre o Rio Uruguai, formando uma paisagem deslumbrante. Pode-se avistar lá de cima da serra um bom trecho do vale do rio. Passamos pela região do vale do Contestado, palco de uma revolta popular entre 1912 e 1916, episódio pouco conhecido mas que teve um amplo envolvimento de forças do governo e revoltosos. Passamos ao largo da Rota da Amizade, um conjunto de cidades turísticas com gastronomia, hospedagens, culturas e costumes diferentes. A região é linda, merecia um tempo a mais para conhecê-la, bem, temos uma desculpa agora para planejar outra viagem mais curta para a região. Chegando à Curitiba, deveríamos ir para o bairro do Batel, aonde se encontra o Harbor Suites, muito bom por sinal. Enfim o dia da última etapa de nosa viagem, já começamos a sentir falta da rotina diária e das novas descobertas. Pegamos a BR 116 com destino à São Paulo, pista duplicada o tempo todo, exceto a Serra do Café (ou Serra da Morte) que é de pista simples. A estrada é boa mas tem alguns pontos de pista irregular. De qualquer forma a viagem rende bem. Saímos às 11:00 horas de Curitiba e as 13:30 já estávamos no Posto Graal em Registro para o último abastecimento e o último almoço da viagem. Com certa tristeza fizemos a nossa despedida ali no restaurante, já antecipando o fim da viagem. Ainda, faltando uns 100 km para São Paulo, o farol baixo da moto do Mauro queimou. Paramos em um posto e eu passei a lâmpada do farol alto para o farol baixo (são iguais) e continuamos sem problemas. Antes de chegar ao final da estrada, desviei pelo Morumbi e cada um foi para sua casa sem problemas. Ao final da nossa jornada, tínhamos rodado 8658 km. No balanço geral, não tivemos problemas maiores, nem com hotéis, nem com as motos, nem com nossa saúde e disposição e nem com o relacionamento. O Mauro foi um fantástico companheiro, tive muita sorte de ter conseguido, já no final da preparação, um companheiro como ele para poder dividir as dificuldades e compartilhar os bons momentos da viagem. Valeu Mauro ! A quem me acompanhou até aqui, obrigado pela audiência do blog . Fotos e texto: Wlamir Panko. Na íntegra em; www.atacama-de-moto.blogspot.com

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1 Resposta para “Viagem do Wlamir (parte final)”

  1. Decio disse:

    Wlamir e Mauro
    Parabéns pela viagem e pelo relato minucioso e muito didático.
    Abs.
    Decio.

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