Postado por guilherme em | 9 Novembro, 2011 | Sem Comentários

Viagem do Wlamir (parte 12)

444

Nosso amigo motociclista Wlamir Panko continua o relato da sua primeira viagem ao Atacama com o colega MauroDepois de passar um dia em Mendoza só passeando de van, deu um pouco de preguiça de sair de moto e enfrentar a estrada. O hotel Condor Suites foi bom, teve um bom café da manhã e tinha estacionamento coberto para as motos no sub-solo, foi fácil montar tudo de novo. Passamos na “gomeria” para calibrar os pneus, a maioria dos postos não tem ar disponível ou se tem, é um só calibrador e com certeza com fila. O nível de serviços nos postos é péssimo, limitam-se a colocar gasolina, quando tem, e sempre há filas, perde-se muito tempo em cada abastecimento. As rotas e direções não são bem sinalizadas, como já havia comentado antes. O melhor é sempre pedir orientação aos policiais que tem nos ajudado sempre, uma simples consulta pode poupar tempo e quilometragem. Numa conversa com os policiais, todo o grupo de uns 10 ou 12 veio ver as nossas motos e nos mostraram a BMW G650GS que eles utilizam.  Seguimos por San Martin, La Paz, San Luís, aonde novamente pedimos orientação a policiais. Continuamos por La Toma, Concaran e Vila Dolores. Na saída de Vila Dolores, em um posto de polícia de Mendoza, havia um policial examinando só a luz de freio de todos os veículos e é claro, a minha luz de freio não estava funcionando. O policial recolheu meus documentos e disse que precisaria fazer um “auto” e eu lhe disse que iria verificar os contatos pois não era lâmpada queimada porque as luzes da lanterna e freio são de leds. Tirei toda a bagagem e o banco e reconectei os contatos. A luz de freio do pé começou a funcionar, foi o suficiente para que ele me liberasse e ainda me desse um mapinha da região. Os motoristas aqui, em geral, são muito indisciplinados e irresponsáveis, acho também porque não há guardas nas estradas. Já mais perto de Córdoba, saímos por Alta Gracia ao invés de seguirmos por Vila Carlos Paz, uma estradinha bucólica e gostosa para curtir, indicação do frentista do posto Petrobrás em Vila Dolores. Depois de toda esta mudança de rota, acredito que adicionamos inesperados 120 km, mas valeu. Enfim, chegamos a Córdoba. Uma grande dificuldade para achar o hotel Howard Johnson, para variar o GPS não ajudou.Fotos e texto: Wlamir Panko. Confira a parte 13 deste relato aqui em nosso blog. Na íntegra em; www.atacama-de-moto.blogspot.com

 Link permanente: Sem Comentários comentar

Deixe um comentário