Viagem do Wlamir (parte 4)
![GEDC0324[4] GEDC0324[4]](http://www.caltabianomotoclub.com.br/wp-content/uploads/2011/09/GEDC03244-1024x345.jpg)
Nosso amigo motociclista Wlamir Panko continua o relato da sua primeira viagem ao Atacama com o colega Mauro. “Oitavo dia, San Pedro de Atacama. Logo pela manhã fomos dar uma volta pela vila para conhecer o centro. Muito movimento, muitos turistas, vendedores de excursões, artesanato, enfim, o de sempre em lugares turísticos. A cidade é pequena e tem muitos recantos, bares, restaurantes, cafés, mercadinhos e lojas. Aceitam-se cartões de crédito em todos os lugares e o “cajero” funcionou e conseguimos sacar dinheiro afinal. A estrutura funciona bem. Existem várias operadoras de turismo, bicicletas para alugar, carros para excursões e táxis. Tem também uma feirinha permanente de artesanato no centro da cidade, saindo quase de frente à igreja. Depois do passeio na vila, fomos até um sítio arqueológico, da civilização atacamenha perto da vila, o Pucará de Quitor. Voltando para a vila e fomos almoçar algo típico no restaurante Ckunna, comemos um risoto de Quínoa com cogumelos. A tarde foi bem agitada, começamos a excursão pelo Vale de la Muerte que tem este nome por ter sido uma estrada de mineiros aonde havia muitos acidentes e de acordo com o costume local, coloca-se uma cruz aonde alguém morreu na estrada. Olhando-se para a estrada, via-se muitas cruzes e dai o nome. No inicio passa-se por um caminho com encostas altas aonde se pode ver as diferentes camadas geológicas que foram depositadas ao longo de milhões de anos, a visibilidade do vale é pequena neste ponto. De repente, depara-se com um vale imenso, tudo aqui tem dimensões gigantescas. É inesperado e surpreendente, leva-se alguns segundos até se dar conta do que se está vendo. O último ponto da excursão foi ver o por do sol no Vale de la Luna, um imenso vale na mesma região onde pudemos tirar várias fotos e esperar o sol se por. Neste momento, a cordilheira, do lado oposto ao por do sol, muda de cor e começa a ficar rosada. Esperamos um pouco também pelo aparecimento da lua, que estava cheia, mas havia muita nebulosidade ao fundo da Cordilheira e a lua ia demorar, tivemos que ir embora. Fomos todos da excursão tomar chopp e celebrar o nosso passeio e depois fomos a uma Parillada no restaurante Casona com nossos amigos catarinenses Sérgio e Jackson que também estavam na excursão, foi bem divertido.” Fotos e texto: Wlamir Panko. Confira a parte 5 deste relato aqui em nosso blog. Na íntegra em; www.atacama-de-moto.blogspot.com
Tags: BMW, Viagem do Wlamir









