Convite do passeio em Paraibuna



Confira estas campeãs e toda a linha BMW disponível, na sua concessionária Caltabiano Motos em dois convenientes endereços; R. Oscar Freire, 1233, Jd. Paulista – São Paulo – SP, Tel.: (11)3891-3000. Ou na Av. Braz Leme, 1732, Santana – São Paulo – SP, Tel.: (11)2974-8000
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Nosso amigo motociclista Wlamir Panko continua o relato da sua primeira viagem ao Atacama com o colega Mauro. “O dia hoje foi para cumprir roteiro, tínhamos uma longa caminhada (ou seria dirigida) até La Serena, a caminho de Santiago. Saimos do hotel (pousada) Mi Tampi, que até foi bom, talvez tenha sido a melhor ducha da viagem até agora. Gostamos de Tal Tal, cidade a beira-mar, tranquila, foi bom para relaxar e refazer as forças. Abastecemos as motos e notei que havia perdido um dos parafusos que prende o cavalete central, por sorte havia uma pequena oficina em frente ao posto. Conseguimos achar um parafuso que servisse, o duro foi colocá-lo no lugar. Saimos afinal para La Serena. A estrada era muito parecida com a de ontem, muita areia e pedra, ficou um pouco cansativa. Fomos direto para Chañaral aonde abastecemos, havia muitos caminhoneiros no posto que literalmente nos cercaram e ficaram observando as motos e a nossa saída, fiquei torcendo para fazer tudo certo e não “pagar nenhum mico”. Seguimos até Vallenar passando por Copiapó. Em Vallenar almoçamos um sanduiche rápido e fomos para La Serena. Precisa-se tomar muito cuidado com o combustível nestes trechos largos, não há nada entre um ponto e outro. Encontramos facilente o Hotel Club La Serena aonde nossas reservas já estavam feitas. Todas as reservas até agora funcionaram muito bem, não tivemos qualquer problema com hotéis (www.booking.com). O hotel fica de frente para a praia que não é como as do Brasil, muita pedra, areia escura e água super gelada, não dá para entrar, só surfistas com roupa de neoprene. A cidade é grande, deve ter muita coisa para se fazer mas decidimos jantar no próprio hotel para ganhar mais tempo para o descanso. As boas ficaram por conta de uns campos cheios de flores cor de maravilha que proporcionaram um visual maravilhoso e o por do sol no Pacífico. Amanhã, rumo a Santiago”. Fotos e texto: Wlamir Panko. Confira a parte 9 deste relato aqui em nosso blog. Na íntegra em; www.atacama-de-moto.blogspot.com

Lançada há dois anos, a BMW S 1000 RR recebe novidades, pequenas alterações no design e os inéditos esquemas de cores, são motivos suficientes para vê-la pessoalmente. Confira estas e outras novidades na Caltabiano Motos em dois convenientes endereços; R. Oscar Freire, 1233, Jd. Paulista – São Paulo – SP, Tel.: (11)3891-3000. Ou na Av. Braz Leme, 1732, Santana – São Paulo – SP, Tel.: (11)2974-8000

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Nosso amigo motociclista Wlamir Panko continua o relato da sua primeira viagem ao Atacama com o colega Mauro.” Décimo primeiro dia. Antofagasta- Tal Tal. Tudo que é bom dura pouco, chegou a hora de sair de San Pedro de Atacama e iniciar a nossa viagem de volta. Já saímos com saudade, foram 3 dias de lugares inusitados, paisagens incríveis, novos amigos, encontros, partidas, promessas de reencontros, poeira, frio, mais poeira. As motos ficaram paradas todo o tempo que estivemos lá, 3 dias. Tínhamos ainda gasolina suficiente para chegar com segurança à Calama, e assim fizemos. Resolvemos cortar um pouco o roteiro e não passar por Tocopilla, achamos que não valia a pena. Antofagasta é uma cidade portuária que fica entre as montanhas e o mar, pareceu bastante agitada e com muitas construções novas de veraneio, avenidas largas, shoppings e algum movimento. Não era o que estávamos buscando mas não atrapalhou tanto. As pessoas até aqui no Chile parecem que não se importam tanto com a nossa presença, não como na Argentina que vem conversar, ver as motos, saber para onde vamos. Seguimos então para a nossa próxima parada, Tal Tal. A estrada é boa com poucos trechos irregulares e obras ao largo. Tal Tal era uma parada estratégica do nosso roteito, os trechos não poderiam passar muito dos 700 km. A cidade é pequena, e fica também entre as montanhas e o mar, a maior atividade é a pesca. É uma cidade menor e mais sossegada que Antofagasta. Ficamos no Hotel Mi Tampi que é simples mas bem acolhedor, acho que a ducha foi a melhor até agora. A primeira sensação ao chegar à cidade é a visão da imensidão do Pacifico, já estava ansioso para chegar do outro lado. Fomos andar pela cidade, molhar a mão na água do Pacifico e paramos para comer ouriço temperado e tomar 2 cervejinhas. Depois fomos jantar, comi um congrio frito com salada mista, estava ótimo. Pedi também um pisco sauer, afinal não sou de ferro”. Fotos e texto: Wlamir Panko. Confira a parte 8 deste relato aqui em nosso blog. Na íntegra em; www.atacama-de-moto.blogspot.com
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Nosso amigo motociclista Wlamir Panko continua o relato da sua primeira viagem ao Atacama com o colega Mauro.” Décimo dia. San pedro de Atacama. Hoje nossa jornada começou cedo, acordamos as 4:30 da manhã para sair a visitar os Geisers del Tatio. Por que tão cedo? A explicação é porque depois que o sol nasce e a temperatura começa a aumentar, as colunas de vapor deixam de aparecer e não há muito mais o que ver. Estes Geisers não produzem altos jatos de água mas sim colunas de vapor. Chegamos ao local depois de uma viagem de pouco mais de 90 km. O frio estava intenso, fazia –10 graus (menos dez), ainda bem que fomos bem agasalhados, deu para aguentar. A altitude era perto de 4800 m, nunca estive tão alto (alto de altitude). A visão dos Geisers é inacreditável, todo aquele vapor brotando do chão faz com que o local se pareça com aqueles de filmes de ficção, daria para fazer um filme ali. Ficamos vendo vários Geisers, alguns de ação contínua e outros que irrompiam a intervalos de alguns minutos. Tomamos o café oferecido pela excursão e fomos observar um pessoal do nosso grupo entrar em uma piscina termal a 37 graus. O divertido era ver o pessoal saindo da piscina, o choque térmico era tremendo. Interessante também foi ver as gaivotas andinas no local, muito bonitas. Saindo dos Geisers passamos pelo Altiplano Andino aonde vimos Vicunhas bem de perto e lagos em rios com muitos pássaros. No caminho de volta passamos pela vila de Machuca aonde comemos um tipo de pastel de queijo de cabra e eu comi um espetinho de carne, queria provar o espetinho de carne de Lhama mas hoje não havia. As Lhamas são criadas nestes locais como gado para abate. Tomamos também um chazinho que ajuda a combater os efeitos da altitude. Já no hotel de volta, demos uma verificada nas motos, óleo, combustível, reapertos, etc. Já está na hora de iniciar a volta, partimos amanhã em direção à Santiago. Mais tarde iremos fazer a última refeição aqui no Café Adobe. ” Fotos e texto: Wlamir Panko. Confira a parte 7 deste relato aqui em nosso blog. Na íntegra em; www.atacama-de-moto.blogspot.com