Arquivo de Janeiro, 2011
Postado por guilherme em
1200 c,
BMW,
custom | 21 Janeiro, 2011 |
Sem Comentários

Nas motos custom os vícios são posicionar-se com o peso do corpo concentrado no quadril sobrecarregando a base da coluna e tendendo a curvá-la para frente. Desta forma a coluna recebe ainda o adicional impacto dos buracos numa posição desfavorável. O melhor é evitar uma curvatura excessiva das costas e aproveitar as paradas para realizar alongamentos, reduzindo assim o cansaço da posição. Ao menos a cada duas horas levantar da moto e erguer os braços esticados 10 vezes, até atrás da linha da cabeça, sem forçá-los, diminui o incômodo do corpo curvado à frente e restabelece a posição natural. Texto: Marcelo Assumpção
Postado por guilherme em
1000,
1300,
BMW,
esportiva,
k,
pilotar,
posição,
rr,
vícios | 20 Janeiro, 2011 |
Sem Comentários

Nas motos esportivas os vícios são sustentar o peso do corpo nos braços e ombros; Embutir na carenagem e permanecer “deitado” sobre o tanque, com a cabeça levantada e inclinada para trás. A melhor posição é manter braços e ombros relaxados, dividindo o peso do corpo com as coxas, pressionadas contra as laterais do tanque. Com o tronco mais ereto, a cabeça fica numa posição mais confortável para o pescoço. De qualquer forma, realizar movimentos circulares com a cabeça lentamente ajudam a aliviar as dores na região. Os cotovelos mais próximos do corpo aliviam a tensão sobre os ombros; As dores na musculatura da região da canela são conseqüência das pedaleiras, que obrigam as pernas a formarem um ângulo fechado com os pés. Apoiar a ponta de um pé por vez no chão e fazer movimentos circulares a cada parada alivia as tensões na região. Confira amanhã os vícios e a melhor posição para as motos custom. Texto: Marcelo Assumpção
Postado por guilherme em
BMW,
motos,
pilotar,
posição | 19 Janeiro, 2011 |
Sem Comentários

A posição de pilotagem não é uma preocupação exclusiva dos pilotos. Com as orientações corretas, todos os motociclistas podem evitar pequenos vícios de postura, viajar mais e com mais conforto. Isso sem falar na saúde, depois de alguns anos sobre duas rodas. “O ideal é que a pessoa se sinta confortável e numa posição segura na moto, sem dores lombares ou nos ombros”, diz o ortopedista Alexandre Ferreira, que cuida dos pilotos dos campeonatos organizados pela CBM. Cada estilo de moto posiciona o piloto de forma diferente, exigindo mais suporte de determinados músculos e articulações. Abaixo apresentamos os vícios e a proposta da fisioterapeuta Paula Senna , sobre o que fazer em cada estilo de moto para viajar confortavelmente. Nas motos Street ou Trail os vícios são relaxar excessivamente as costas fazendo com que o piloto se curve para frente, concentrando o peso nos ombros, braços e base da coluna. A melhor posição é a que permite a distribuição do peso do corpo com mais equilíbrio. As pedaleiras na mesma linha do corpo transformam as pernas em amortecedores e minimizam os impactos sobre a coluna. Manter a coluna ereta é a maneira ideal de evitar dores na região lombar e fazer o melhor uso desta posição. Confira amanhã os vícios e a melhor posição para as motos esportivas. Texto: Marcelo Assumpção
Postado por guilherme em
motivos,
moto,
mundo,
viagem,
viajar | 18 Janeiro, 2011 |
Sem Comentários

“Muitas vezes sou questionado por amigos não motociclistas o porquê de viajar de moto, e não de carro? Como explicar o prazer, o desafio o sabor de conquista, as sensações que sentimos? Por mais que eu me esforce e tente explicar, não encontro as palavras e os motivos de me aventurar pelo mundo nesse maravilhoso veículo de duas rodas. Na moto não estamos protegidos das intempéries, das pedras, dos pássaros, não temos som, não temos ar condicionado, nossa bagagem vai em bolsas, amassa tudo, molha, é difícil de encontrar os objetos, de carregar e amarrar diariamente a bagagem. Porque então viajar de moto? E a mulher, a namorada, a chamada “garupa”? Já pensou se ela não preferiria estar ao seu lado, tirando pequenos cochilos, ao invés de estar agarrada, balançando, na expectativa de uma parada para ir ao wc? O motociclista estradeiro que encontrou a mulher-garupa deve agradecer aos céus. Com a experiência de 50 anos de motociclismo digo aos amigos: É mais fácil comprar uma bela moto estradeira de 1.000 cc do que encontrar a garupa ideal. Em nossa vida, vamos vencendo os desafios e colecionando sucessos. No motociclismo me sinto assim a cada partida para uma nova aventura. Viajar de moto é paixão, é curiosidade incontrolável de ver ou rever estradas e paisagens, de sentir liberdade, a sensação de risco, se sentir no mesmo dia frio, calor, medo, saudade. Para mim que conheço os desafios, o charme, e as dificuldades, viajar de moto é uma questão de apenas viver a vida sobre esse veículo transmissor de emoções. Esses são os meus motivos.” Texto de Otavio Araujo o “Gugu”. Confira a íntegra em: http://www.rotaway.com.br/content.asp?cc=9&id=265
Postado por guilherme em
BMW,
bosco,
inspiracao,
joao,
leal,
moto,
viagem | 17 Janeiro, 2011 |
Sem Comentários

“Tempos atrás, li um pensamento de um autor desconhecido, que dizia: Pequenas portas muitas vezes levam a grandes quartos, e foi pensando nisso é que comecei a analisar o que vem ocorrendo em minha vida. No final do ano de 2007, fiz, juntamente com minha esposa, uma viagem incrível de motocicleta, quando, em 27 dias, cruzamos o norte do Paraguai, o norte da Argentina, o deserto do Atacama, no Chile, até atingir o Pacífico, em Antofagasta e, margeando o mesmo, descemos até Santiago, de onde iniciamos a viagem de volta, agora pelo centro do Chile, centro da Argentina, até a tríplice fronteira, em Foz do Iguaçu, de onde retornamos a Campo Grande, MS, nosso local de partida. Nunca imaginei que pudesse, em uma única viagem, fazer tantas descobertas, dos países por onde passamos, sua história, sua gente, paisagens e sobre mim mesmo, minhas curiosidades, angústias e desejos. Num percurso total de 9.680 quilômetros, a variedade de tipos humanos, animais e vegetais, de culturas e educações, de paisagens e climas, fertilidade ou aridez do solo, sobra ou falta de água, planícies, cordilheiras e salares é tão grande que seria impossível, para mim, lembrar de todas as diferenças que pude observar. A curiosidade dos jovens nas viagens é bastante diferente daqueles com mais idade. Essa diferença de interesses entre viagens ao exterior realizadas quando se está próximo dos vinte ou após os cinquenta anos é enorme, como também a percepção clara de que viagens, sejam dentro ou fora do país, são imprescindíveis para o crescimento humano. Nas viagens, podemos claramente observar o que sabemos e o quanto ainda temos de aprender, seja sobre qual for o tema, descobrimos novas saídas e opções encontradas pelas pessoas para a sua realidade cultural, econômica e do melhor meio de sobrevivência no ambiente onde se vive, sempre podemos aprender algo, simples ou bastante complexo, que provavelmente poderemos utilizar em nossas vidas, ou transmitir essa experiência a quem dela possa necessitar.” Texto e fotos de João Bosco Leal. Confira a íntegra do texto em; http://www.joaoboscoleal.com.br/2011/01/07/pequenas-portas/comment-page-1/#comment-6392
Postado por guilherme em
escultor,
henrique,
joao,
lata,
moto,
moura,
sucata | 16 Janeiro, 2011 |
2 Comentários

Outro dia, passando pela Rua João Moura em São Paulo, observei algumas esculturas interessantes. Mas o que realmente me impressionou foi uma peça em particular, a representação de uma moto prateada. Estacionei a minha moto para ver mais de perto do que se tratava e percebi que a casa na qual estavam expostas as obras era a sede de uma instituição para o auxílio a dependentes químicos. Toquei a campainha afim de perguntar sobre a autoria das peças e se poderia fotografá-las para o blog. Fui informado que sim, poderia fazer as fotos, mas que o artista não se encontrava, estaria fora procurando matéria prima para seu ofício. Antes que eu pudesse agradecer, o senhor que gentilmente me atendeu passou pela grade da porta um folheto com as informações sobre “A arte do homem de lata”. O tal homem de lata chama-se Henrique e o mesmo se propõe a decorar interiores e exteriores com suas esculturas em latão, ferro, aço, cobre, alumínio etc. Tive uma ideia então. Promover na nossa confraternização de final de ano, a entrega do troféu “Núcleo Inoxidável” de 2011. Prêmio máximo concedido aos que se destacaram, em função do número de participações nos passeios do nosso moto clube. Confira; nucleojoaomoura.blogspot.com
Postado por guilherme em
BMW,
dois,
garupa,
lugris,
moto,
viagens | 15 Janeiro, 2011 |
Sem Comentários

Hoje, quero falar da categoria mais injustiçada no motociclismo: o garupa, que eu aqui vou preferir chamar de passageiro. Acredito que sua garupa pode ser muito mais do que outra peça de bagagem: Ela pode ser seu co-piloto. Quando a gente viaja, vai vendo passar aqueles inúmeros quilômetros com relativa facilidade. Estamos ocupados pilotando a moto, verificando o computador de bordo, brincando com o GPS, calculando quantos kms faltam para a próxima pausa, etc. Enquanto isso, nossa parceira faz o que? Não faz nada. Fica ali, olhando a paisagem, se houver uma e se ela tiver altura suficiente para poder ver por sobre o seu ombro e pensando o que ela está realmente fazendo ali… Fidelidade, meu caro, tem limite. Foi aí que minha mulher e eu começamos a desenvolver idéias para que a viagem de moto tenha para ela a mesma dimensão que tem para mim. É importante poder conversar. Esse negócio de sua parceira ter que te dar um “cascudo” no capacete para te dizer que quer parar para fazer xixi é muito tosco. Não serve em uma viagem de várias semanas. Além do mais, você aproveita a estrada para levar aquelas conversas longas e colocar em dia um monte de “probleminhas” do casal. Lembre-se que ela não vai poder abandonar a conversa pois vocês estão a mais de 100 km/h na estrada. Quanto ao equipamento pessoal, tem que ser o mesmo para os dois. No nosso caso, minha mulher e eu usamos o mesmo material e variamos a cor. Assim o que você sofrer, ela sofre (ou não) da mesma forma. No meu caso, como uso a Jaqueta Rallye Pro 3 da BMW, tenho um grande bolso nas costas que minha mulher usa como depósito para colírio, batom, mentas, chocolate, creme hidratante e todas essas coisas absolutamente essenciais que as mulheres insistem em levar com elas. Minha mulher compartilha comigo o espelho retrovisor esquerdo. Faço a regulagem do espelho de forma a que nós dois possamos ver o que nos segue ou o que tenta nos ultrapassar. Várias vezes ela me tirou do aperto pois, está claro que quatro olhos vem muito melhor do que apenas dois. Uma das atividades que minha mulher mais gosta enquanto rodamos por esse mundão é a de fotografar a paisagem. Se ela estiver descontente, sua viagem vai ficar muito mais longa e nem um pouco divertida… A moto é um espaço demasiado pequeno para desentendimentos. Ela será parte da viagem e o prazer será muito mais do que o dobro. Somos cúmplices de muitos quilômetros juntos. Boa estrada e grandes viagens a dois para vocês. Ricardo Lugris. Confira o texto completo e também as outras fotos de Ricardo Lugris em: http://www.rotaway.com.br/content.asp?cc=7&id=210
Postado por guilherme em
casa,
gasto,
tempo,
trabalho,
trânsito | 14 Janeiro, 2011 |
Sem Comentários

Quase um quarto das famílias brasileiras com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa possuem veículo próprio, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Considerando todas as faixas de renda, 47% dos domicílios brasileiros dispunham de automóvel e/ou motocicleta em 2009, ante 45,2% no ano anterior. Em torno de 38% dos lares há registro de posse de automóvel. Já as motocicletas estão presentes em cerca de 15% dos lares brasileiros. Na área rural a posse de motocicletas apresenta um percentual muito superior ao observado nas áreas urbanas. Das pessoas que se deslocam diariamente entre casa e trabalho, 68% gastam menos de 30 minutos nesse percurso, de acordo com o Ipea. Cerca de 10% gastam mais de uma hora com o deslocamento. O tempo gasto é maior no Rio de Janeiro, 56,1% gastam mais de 30 minutos no percurso; em São Paulo, esse percentual é de 55,6%. Os profissionais de Porto Alegre são os que demoram menos para completar o percurso, uma vez que 67,2% deles demoram até 30 minutos para chegar ao local de trabalho. Em média, apenas 32,8% demoram mais que esse tempo para percorrer o trajeto. http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2010/12/15/profissionais-do-rj-e-sp-sao-os-que-mais-demoram-para-chegar-ao-trabalho.jhtm
Postado por guilherme em
americana,
Antonio Munhoz,
BMW,
BMW Clubs Federação,
brasil,
clube,
Clubs,
Curitiba,
Federação,
Harry Françóia,
Henning Dornbusch,
João Carlos Ignaszewski,
Latino,
motorrad,
museu,
presidente,
Rolf Epp | 13 Janeiro, 2011 |
Sem Comentários

No dia 04 de dezembro de 2010 foi inaugurado oficialmente o BMW Motorrad Museum em Curitiba, com a presença da BMW AG, representada por sua subsidiária BMW Brasil, na pessoa do seu Presidente Henning Dornbusch e do Diretor de Motorrad Rolf Epp. O empresário brasileiro João Carlos Ignaszewski, desde a década de 70, vem colecionando e restaurando Motocilcletas BMW. O Museu ocupa uma área de 700m2 e possui um acervo de 40 motocicletas BMW minuciosamente restauradas, desde a primeira fabricada, a R32, até a revolucionária C1, todas em perfeito estado e funcionando.O Museu é considerado entre os melhores do mundo, em termos de quantidade e qualidade de acervo. As motocicletas expostas obedecem fielmente às características originais co destaque para os modelos R 32, e R 17 da qual foram fabricadas apenas 430 unidades. Além de uma R 75 com side-car utilizada na 2ª Guerra Mundial e uma R 68, modelo esporte da década de 50. Maiores informações em: www.museubmwcuritiba.com.br Texto de: Antonio Munhoz

A BMW Motorrad inicia, em 2011, a produção do modelo F800R em Manaus. A BMW pretende disputar a liderança do mercado “naked” – segmento que agrupa modelos premium com design intermediário entre motos de passeio e esportivas. O mercado do segmento “naked” movimenta apenas 10 mil unidades por ano no Brasil, mas ocupar esse mercado significa prestígio junto ao público de alto poder aquisitivo. A F800R vai conquistar clientes de outras marcas e consolidar a estratégia da BMW na primeira linha de montagem de motocicletas fora da Alemanha. A decisão de se instalar no país veio acompanhada por um plano de negócios disposto a tornar as motos da BMW mais conhecidas do brasileiro. A Motorrad encerra 2010 com desempenho 118% superior ao de 2009. A G650GS, por exemplo, respondeu até Novembro por 1.174 unidades comercializadas em 20 pontos de vendas, oito a mais que no ano passado. O resultado ajudou a alçar o Brasil entre os mercados mais importantes para a divisão duas rodas da BMW e de acordo com os fatos, nosso país oferece grande perspectiva de crescimento nas vendas. http://www.brasileconomico.com.br/noticias/bmw-tropicaliza-nova-motocicleta-em-manaus_95751.html