O exercício da liberdade

Todo motociclista em viagem pelo estado norte americano da Flórida deve ter percebido o fato de quase ninguém usar capacete para pilotar uma moto. É que em 1° de julho de 2000, os legisladores do referido estado facultaram o uso obrigatório do capacete, aos motociclistas maiores de 21 anos e que tenham um seguro médico de U$ 10.000 de cobertura. Uma análise mensal sobre mortes de ocupantes de motocicletas, que foi examinada a partir de Janeiro de 1994 até Dezembro de 2001 estima um aumento de 48,6% nas mortes dos ocupantes de motocicleta após a mudança na lei. O que está em jogo é o direito constitucional americano à privacidade e de ser “deixado em paz” pelo governo, e também, o direito de estar livre, no caso o motociclista, da legislação paternalista do Estado. De outro lado há o exercício válido da polícia do estado, no sentido de evitar lesões desnecessárias aos próprios pilotos, para que a Administração Pública não venha a ter que suportar os custos de possíveis prejuízos. Fica claro que a liberdade tem seu preço, no meu entendimento, neste caso, ele é caro demais! Pilote sempre equipado e exercite a sua liberdade por toda a vida!










21 Abril, 2012 às 20:59
Acredito, também, na liberdade individual. Nada de interferência do Estado ou minorias gritantes no que diz respeito as questões, única e exclusivamente, de caráter individuais.
O brasileiro ainda não está acostumado em viver uma liberdade plena sem “alguém” lhe determinando “o que” pode, “se” pode ou “como” pode fazer algo. É o “Estado paternalista” e o “cidadão, infantilmente, dependente”.