Este é o blog do Caltabiano Moto Club. Aqui você vai poder interagir com os nossos passeios, saber dicas de lugares para visitar, conhecer as novidades da sua moto, fazer amizade e até compartilhar suas aventuras conosco. Participe, suas duas rodas continuam sempre acelerando por aqui!
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O famoso designer de motocicletas Oberdan Bezzi colocou sua caneta de volta no papel, e desta vez, ele sonhou com uma versão “streetfigther” da BMW S1000RR. Chamada de R1000RS, o motor de 1000cc da superbike consegue respirar um pouco mais sem a carenagem da BMW. Outra coisa que Bezzi também retirou do desenho original foi o farol assimétrico e substituiu por algo mais italiano. Falando sobre sua criação, Bezzi disse: “Aqui está como deverá ser a próxima naked/streetfigther da BMW. Obviamente derivada da superbike S1000RR, é uma aspirante a se tornar a nova supernaked da alta sociedade”, completou.
Um BMW modelo 2002 ano 1974 promete oferecer muito conforto e beleza dentro da casa dos amantes de automóveis. O carro virou uma bela sala de estar nas mãos da empresa Passions Mobiles, especializada em restaurar carros e transformá-los em objetos de luxo. Neste caso, o carro virou um conjunto de mobília para uma sala de estar com seis peças, avaliado em cerca de R$ 47 mil. O sofá, por exemplo, é feito com o banco de trás. As lanternas do BMW continuam lá, originais e funcionando. A parte da frente virou uma espécie de quadro, também com os faróis funcionando.
Esta é a história da Leonette, uma “cinquentinha” fabricada em Bonsucesso, Rio de Janeiro. A marca nacional, que foi coqueluche na década de 1960, hoje está praticamente esquecida. Mas os registros de sua existência resistem nas memória do fundador da empresa, Leon Herzog, e de seu filho Alex. Para lembrar a saga da fábrica pioneira é preciso contar a vida de seu Leon, que foi atropelada pela História. Aos 20 anos, ele era um judeu em um péssimo lugar para se estar em 1939: a Polônia. Sua família tinha uma pequena fábrica de bicicletas quando os nazistas invadiram o país. Leon e os parentes foram mandados em 1942 para o gueto que concentrava os judeus de sua cidade, Ostrowieck. Por se recusar a sair de casa, seu pai foi morto pela Gestapo. Leon conheceu os horrores do Holocausto: fome, trabalhos forçados, tifo, cães pastores latindo, execuções e deportações para campos de extermínio em vagões de gado.
Leia a saga de Leon Herzog e da Leonette na íntegra;
Todos os anos a BMW escolhe um artista de renome para personalizar a sua maneira os carros de sua linha. O selecionado para este ano, que celebra os 35º do programa Art Car, foi o norte-americano Jeff Koons, conhecido por suas obras conceituais, que utilizam elementos naturais em sua elaboração. O resultado do trabalho será divulgado a partir do final deste ano em galerias de arte e museus na Alemanha.
Renzo Querzoli é motociclista desde 1966. É proprietário de uma produtora de filmes, a Bulls Eye Filmes, dentre outros temas, dirige e produz filmes sobre motociclismo. Está lançando agora o filme Alma 70 - Motos Clássicas, com a história do motociclismo brasileiro, sobre o ponto de vista das motos clássicas que vieram para o Brasil a partir dos anos 70.
Como surgiu a idéia de se fazer o filme Alma 70?
Como alguns sabem, sempre fiz filmes publicitários, mas desde que decidi me dedicar de corpo e alma ao “mundomoto” eu sabia que tinha conteúdo para muitos filmes. Isso ficou muito claro durante todo o processo do filme “Alma Selvagem, amor por motocicleta”, desde a concepção até o lançamento e as vendas do documentário. É importante dizer que ele foi o primeiro filme brasileiro sobre motos, com conteúdo e qualidade técnica decente, com duas horas de duração e seis capítulos com começo, meio e fim. E o assunto –o amor pelas motocicletas- só tinha sido abordado em forma de documentário por ninguém menos que Steve McQueen, em 1972, naquele famoso e maravilhoso documentário “On any Sunday”. Então, depois de fazer o –vamos dizer assim- filme inaugural desse novo mercado, que era uma pincelada superficial por vários assuntos do motociclismo, resolvi mostrar como e quando nasceram as grandes paixões por motos aqui no Brasil. Enfim, começamos pelo começo, já que temos muito filmes legais pela frente.
A Scootergirls foi criada em 2008, na cidade de Los Angeles, EUA. A fundadora da marca, que é motociclista, percebeu que não existia, disponível no mercado, uma roupa para a proteção das motociclistas que ao mesmo tempo fosse elegante. O principal motivo por trás da linha criada por Arlene Battishill, é para que o público feminino não precise escolher entre estilo e segurança. As peças oferecem miuta proteção, são como toda boa jaqueta de moto, sendo resistentes a abrasão mas com muito charme! Confira; http://scooter-girls.com/index.html
1969 foi um ano que definiu uma geração. O homem pousou na Lua e Woodstock atraiu mais de meio milhão de pessoas mudando a cara da cultura popular e da juventude para sempre. No mesmo ano, a BMW redefiniu a sua posição na história da motocicleta, em grande parte devido ao lançamento da Série 5. Na cidade de Hockenheim, em 28 de agosto de 1969, o diretor técnico da BMW, Helmut Werner Bönsch apresentou uma nova motocicleta, com um novo conceito, que apontaria o destino da BMW no motociclismo e forneceria a plataforma para todos os modelos Boxer subseqüentes que foram produzidos até dezembro 1996. O coração da série 5 era o novo motor Boxer, desenhado por Alexander Von Falkenhausen e Jardin Ferdinand. O projeto trazia um cárter tecnicamente inovador e pela primeira vez, em uma motocicleta BMW, havia um motor de arranque elétrico montado escondido, em cima do motor. Foi um projeto modular que comportou a montagem originalmente na R 50,e mais tarde nas séries R 60 e R 75. A série 5 continuou a ser desenvolvida, e em 1972 o modelo “Toaster Tank” foi introduzido. Tinha um tanque de 17 litros com painéis laterais cromados, daí o apelido, “tanque torradeira”. Este modelo foi, em grande parte, destinado ao mercado norte americano.
Em 1970, Mutantes bombando, e de repente Arnaldo Baptista ficou um pouco de saco cheio de tudo. Da agitação das gravações, dos estúdios e da vida cheia de paparicações que levava com a família em São Paulo. Resolveu então, sem mais nem menos, que iria passear por outras bandas. Queria chegar até os Estados Unidos de moto, por exemplo. Coisa de rapaz de 22 anos. No meio de tantas histórias que envolvem Arnaldo e seus companheiros dos Mutantes, essa e outras passagens que mostram a grande paixão de Arnaldo pelas duas rodas ficaram apenas na lembrança de quem conviveu com a turma da época. Quando decidiu que iria mesmo, Arnaldo pediu ajuda ao amigo Eduardo, que andava de moto há mais tempo, para escolher um modelo. Na oficina de seu Chico, mecânico do bairro, ficaram sabendo que as motos que tinham no Brasil não eram boas o suficiente para chegar aos “States”, e que o ideal para a road trip seria uma BMW. Decepcionados, quase desistiram da ideia. Mas, poucas semanas depois, por umas dessas coincidências da vida, dois irmãos entraram na oficina de seu Chico. Eduardo conta o que aconteceu: “Os caras queriam vender duas BMWs iguais. Foi tão inacreditável que achei que era um sinal e decidi ir junto. Arnaldo comprou uma, eu comprei a outra. A minha era 1952, e a dele 1951. Eram BMW R50 de 500 cilindradas. Pagamos 2.500 e 2.400 do dinheiro da época. Tive que vender minha Harley-Davidson 52. Mas sobraram US$ 1 mil, que levei comigo”.
De acordo com o website insideline, uma fonte da BMW afirmou que o protótipo Vision Efficient Dynamics, exibido no Salão de Frankfurt de 2009, entrará em produção em 2013. O modelo em questão, que pesa 1.350 kg, é um híbrido que utiliza dois propulsores elétricos em conjunto com um motor diesel de 3 cilindros. Quando exigidos ao máximo, a BMW divulgou que o sistema oferece 356 cavalos de potência e 81,6 kgfm de torque, capazes de acelerar o modelo aos 100 km/h em 4s8. O insideline também informou que o modelo será testado no sul da França no início do segundo semestre e que este possuirá entre 5.000 e 10.000 unidades produzidas, quantidade ainda em estudo pela BMW.
No Brasil, o número de mulheres pilotando motocicletas tem crescido cada vez mais. Prova disso é a motociclista nascida em Balneário Camboriú, Santa Catarina, Cristiane Guedes. Com apenas um ano de idade, seu pai, Alfredo Guedes, passeava com ela sentada no tanque da sua moto. Aos nove anos de idade saía escondida com uma mobilete pelas ruas da cidade sem destino certo e só retornava quando estava sem gasolina, empurrando o ciclomotor até sua casa. Com dez anos, começou a pilotar motos de 125 cc. Já com 11 anos, Cris sentiu pela primeira vez a sensação de pilotar a RD 350 e acelerar uma moto mais potente. No ano de 2003, Cristiane comprou uma moto esportiva e conheceu outras mulheres motorizadas e com a mesma paixão. Elas realizaram diversas viagens juntas, e sempre que se reuniam agitavam a cidade com o toque feminino e suas máquinas potentes. Com o passar do tempo, Cristiane estava em revistas e sites. “Ainda sonho em chegar nos encontros com meus dois filhos, cada um com sua máquina, e ainda levar meus netos e bisnetos na garupa. Sei que Deus vai me ajudar nessas realizações”, afirma.