Este é o blog do Caltabiano Moto Club. Aqui você vai poder interagir com os nossos passeios, saber dicas de lugares para visitar, conhecer as novidades da sua moto, fazer amizade e até compartilhar suas aventuras conosco. Participe, suas duas rodas continuam sempre acelerando por aqui!
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Olá gente! Espero que estejam todos bem e curtindo o blog!
Vamos começar, a partir desta semana, a postar histórias sobre “A minha primeira moto”. No primeiro post sobre o tema temos a história do Guilherme, que é o fotógrafo do clube, e se propôs a compartilhar sua história com agente.
Se você também quiser contar sua história, pode mandar e-mail para marina.zaccaria@caltabiano.com.br com seus contatos para que eu possa fazer algumas perguntas, e se preferir já pode até enviar algum texto.
Espero que gostem, e não deixem de comentar!
Um abraço Marina Belluzzo
Para início de conversa, quem me ensinou a pilotar uma motocicleta foi minha mãe.
A “mama” sempre gostou das máquinas em geral e principalmente as de duas rodas. Desde sua adolescência, tempo em que ela corria de kart com o Emerson Fittipaldi usando o nome de Úrsula, para o meu avô não descobrir. Dito isto, e antes de continuar falando da minha primeira moto, faz-se necessário ambientar o contexto histórico, dar o clima nostálgico próprio das lembranças da juventude.
O ano era 1982, morávamos, pai, mãe, minha irmã e eu, em Ribeirão Preto, no bairro Riberânia, próximo ao estádio do Botafogo. Nossa casa ficava em uma rua tranquila e sem saída. Naquele tempo Ribeirão ainda era uma calma cidadezinha de interior. A chamada Califórnia brasileira, só que em vez de computadores ouro e petróleo, a versão Tupiniquim, tinha a cana-de-açúcar e os chocolates Garoto.
Em uma quente tarde de verão, estava eu na rua, como sempre pedalando a minha bicicleta verde. Era uma bicicletinha diferente, tinha um estilo “Chopper/Easy rider”, com pneu traseiro com faixas brancas e mais grosso que o dianteiro, guidão duplo, alto e cromado, câmbio de três velocidades com seletor de marcha que parecia um acelerador de lancha instalado no quadro, banco em “L”, com detalhes cromados e refletor vermelho.
Tentava eu, naquela tarde, dominar as derrapagens usando o recém instalado freio no pedal, quando apareceu, para uma visita o tio Carlinhos. Sorridente, ele pilotava uma Turuna 125, vermelha novinha. Nem bem ele parou a moto e já me convidou para dar uma volta pelo bairro. Topei na hora! Descemos a minha rua em direção ao estádio do Botafogo, era domingo, mas não havia jogo. O tio Carlinhos “tocou” para o estacionamento do estádio e parou diante de um imenso barranco gramado.
– Vamos subir? Perguntou ele sorrindo e olhando para trás me encarando. Dei de ombros e disse que ele estava louco. Só deu tempo para segurar na barriga dele, quando vi, estávamos subindo o tal barranco, “a milhão”, os dois de chinelos! Putz!
Convencido que eu ia querer ficar a tarde toda subindo e descendo o barranco de moto, tio Carlinhos achou melhor ir para casa e concluir a visitinha. Agora eu sabia o que eu queria pedir para o papai Noel, uma moto!
Dois anos mais tarde, nas férias de julho, fomos passar uns dias em Campos do Jordão. Lá, tive a oportunidade, finalmente, de pilotar uma moto de verdade. Mamãe tinha comprado a novidade da época, uma XL 250 R. Branca e vermelha, um sonho! Papai havia pilotado desde Ribeirão e a moto ficava a maior parte do tempo parada, uma tentação! O grande problema é que eu não alcançava os pés no chão. Desta forma tinha que “encher o saco” o dia todo para mamãe liberar a XL.
Sim, porque ela tinha que liberar a chave e me por para andar, e ainda me resgatar quando eu me dava por satisfeito. Eu ficava andando em círculos em um pasto cercado por tábuas brancas, era nelas que escorava o pé, me apoiando quando parava, aí, buzinava para a mãe segurar a moto e eu conseguir descer.
O tempo passou, cresci um pouco. Porém, minha vontade de pilotar havia dobrado de tamanho. Não havia mais como o papai Noel não me atender, não que naquela altura da vida eu ainda acreditasse no bom velhinho, mas era um forte e antigo argumento que usava para convencer papai sobre meu antigo e persistente desejo. Um belo dia, vitória! Teria a decisiva e fundamental ajuda do meu pai. Juntos, fomos comprar a minha tão sonhada moto. Escolhemos uma Yamaha DT 180 preta. Dois tempos, relação curta, leve, ideal para o início. Já tinha pilotado bastante uma Mobilette, mas moto mesmo, muito pouco. Bom, tal qual a letra da música Vital e sua moto, dos Paralamas do Sucesso, “passei a me sentir total”.
Foram várias aventuras pelo interior de São Paulo. Como era menor de idade, só podia usá-la em fazendas e sítios que eventualmente visitássemos. As estradinhas de terra foram a minha sala de aula de pilotagem motociclistica.
Mas, quando voltamos a morar novamente em São Paulo, meu pai alertou-me sobre os perigos de pilotar na cidade e que em consequência disto, eu estava proibido. Não deu outra, foi só eu não avisar sobre o meu paradeiro em uma determinada saída ilegal de moto, que, ao voltar, ele disse que iríamos vendê-la. Eu tinha dezesseis anos e não poderia fazer nada a não ser obedecer e me “enquadrar”.
Ao completar dezoito anos, fui recrutado para o Exército, servindo em Mutinga, pertinho de Osasco. Nesta época consegui ter um Gol para ir e vir do quartel, o que me deixava muito feliz, mas nunca mais esqueci a DT. Somente anos mais tarde comprei uma Ténéré 600 muito conservada, e daí em diante, não mais parei de ter, pelo menos uma scooter na garagem de casa.
Hoje sou feliz proprietário de uma R1200GS, e esta é a minha história, conte a sua!
E aí estão as prometidas fotos do passeio para Jundiaí!
E como o Guilherme já disse no post anterior, vocês podem ver que quem não se intimidou com a chuva teve a surpresa de um dia agradável ao sair de São Paulo.
Veja nas fotos o belo local da fazenda, os amigos reunidos e o ambiente do almoço, imagens que deixam quem não foi pensando: ”Não posso perder o próximo!”.
Um abraço a todos que participaram e até o próximo encontro!
Sábado passado o tempo estava carrancudo. Pela manhã, o céu estava nublado, com chuvisco. Não era um clima convidativo para sair de casa, quanto mais para um passeio de moto. Ainda por cima, era o dia do treino classificatório para o GP do Brasil!
Mas como dia de passeio do Caltabiano Moto Club é “sagrado”, 16 bravos pilotos e alguns co-pilotos ousaram apostar que no interior, o tempo estaria melhor. E estávamos certos! O tempo melhorou mesmo! O Sol foi até avistado em alguns trechos da viagem.
Desta vez acumulei as funções de “Anjo” e de fotógrafo. Sorte de quem foi na retaguarda, apareceu muito mais na “fita”!
O pessoal da fazenda N. Sra. Da Conceição www.fnsc.com.br, destino e parada para o almoço, nos recebeu muito bem. Fica nosso agradecimento ao Antonio e suas monitoras. O estacionamento reservado para nossas motos, foi nada menos que um galpão no qual as modernas máquinas de duas rodas ficaram lado a lado com arados, charretes, cavalos e um trator. Muito diferente e pitoresco! A comidinha simples e saborosa da roça , foi servida em um ambiente típico do interior, decorado com móveis originais de época. A temática do café predomina, com a presença de vários equipamentos de beneficiamento e torrefação espalhados pelo ambiente. Tudo muito interessante. Confira o video, e boa viagem “sô”!
Já pensou em passar dez anos rodando com uma BMW pelo mundo?
Helge Pedersen já… E relatou tudo em um livro.
Os números impressionam; nada menos que 77 países, 650 mil quilômetros, 3.650 dias…
A viagem começa em 1982, quando Pedersen vende tudo que possuía exceto sua BMW. Então, tem início uma jornada que se tornaria mais longa, mais perigosa e que traria mais aventuras que jamais poderiam ser imaginadas por ele. Por mais de dez anos Pedersen e Olga, sua inseparável BMW, vagaram pelo mundo. Em seu encontro com diferentes culturas e povos, o aventureiro aprendeu a ver o mundo de outra maneira, mas também o fez mais forte, tendo que superar doenças, dissabores, corrupção na Somália, prisão na Nigéria e novamente no Iêmen, fome na Argentina, ossos quebrados e infecções na Colômbia e expulsão no Japão.
Com o passar do tempo Pedersen tornou-se mestre em cruzar desertos e florestas, trocar moedas no mercado negro e curar disenterias…
Agora ele oferece um pouco da experiência que obteve àqueles que desejarem expandir seus horizontes, radicalmente! Confira!
Nos estamos loucos para ver o GP no Brasil, e eles também estão empolgados para pilotar aqui!
O piloto da BMW-Sauber, Nick Heidfeld, disse que está ansioso para dar as primeiras voltas no circuito de Interlagos, que foi recapeado pela última vez em 2007. O alemão explicou que o nível de aderência variou nos últimos dois anos e que está curioso para saber como estará no próximo domingo.
“Interlagos é uma pista fantástica é muito desafiadora”, disse Heidfeld. “Porque você pilota no sentido anti-horário e isso coloca pressão nos músculos do seu pescoço”.
“O circuito costumava ser cheio de horríveis ondulações. Tendo sido recapeado para a disputa do GP de 2007 houve uma grande diferença, mas já em 2008 a pista não estava tão boa. Será interessante ver em que condições ela está agora”, completou.
Perguntado qual é o seu piloto favorito, respode que é Ayrton Senna. “Eu gostava do seu estilo de dirigir, sua agressividade e a total dedicação que tinha pelo automobilismo. Infelizmente, não o conheci pessoalmente, só pude apreciar sua técnica pela TV, e em fotos. Era óbvio que ele tinha um carisma e uma personalidade especiais.” E sobre o GP Brasil de 2008; “Tão especial que eu realmente tenho de procurar as palavras certas para descrevê-lo. Vamos colocar dessa forma, foi inacreditável, absolutamente radical. Se alguém tivesse escrito um enredo como esse para um filme, todos diriam: isto é impossível, coisas como essa nunca acontecem de verdade.”
Heidfeld também disse que está ansioso para rever o herói local, Felipe Massa, que além de estar no paddock, terá a honra da dar a bandeirada final do GP do Brasil 2009.
O blog de Laury Ernesto Koch, que em suas horas de lazer participa de grupos de motociclismo é uma referência e fonte inspiradora para os motociclistas que pensam em viagens mais longas. O exemplo está aí!
Duas de suas recentes viagens estão ricamente relatadas e fotografadas em dois blogs;
Um mostra a aventura de percorrer a Rota 40 na Argentina:
Em novembro, a maior coleção do mundo de motocicletas BMW, será leiloada no museu da marca alemã em Munique.
Willy Neutkens faleceu no ano passado e, ao longo da sua vida, conseguiu colecionar e reunir mais de 100 exemplares de motos BMW, que foram cuidadosamente restaurados conforme as suas especificações originais, com o apoio da BMW, que ofereceu a Willy acesso aos seus arquivos.
A coleção que agora vai a leilão, e entrou em 1998 para o Guiness como a maior coleção de motos de uma só marca, e inclui raridades como são os casos da R32 (1923), um par de R42 (1926 e 1927) e ainda uma R47 (1927). Alguns modelos que fizeram sucesso em tempos de guerra, e que também podem ser adquiridos, são dois modelos de 1942 e 1943 da R75 Kriegselefant sidecar, pintados e “artilhados” conforme as especificações das campanhas africanas.
E você se arrisca em dizer quanto custaria esta coleção? Para os apaixonados o preço pode ser incalculável, não é? Resta saber quem será o sortudo que vai poder possuir essas raridades.
Muitos outros modelos estarão presentes no Museu BMW em Munique no dia 28 de novembro, representando praticamente todo o histórico da marca alemã em duas rodas.
Suponho que você goste de carros. E de animação? Então que tal aliar os dois gostos em apenas um lugar? Esta é a proposta deste filme, que faz parte de uma campanha sobre o Museu da BMW sediado em Munique. A publicidade tem como personagem a velha BMW-Isetta, que aqui aparece na forma de várias miniaturas andando pelas ruas da cidade. Este vídeo criativo faz parte da estratégia de marketing da BMW para o lançamento do seu futuro city car, que deverá ter a antiga Isetta como inspiração.
As informações são do blog AutoEstrada por UOL Carros.
Nos 35 anos da revistas DUAS RODAS, a naked alemã recebeu a maior pontuação entre as 31 motocicletas participantes. A BMW foi a grande vendedora da noite já que conquistou o título em três categorias e também o Moto do Ano.
Durante a cerimônia de entrega do prêmio Moto do Ano 2009, realizada pela Revista Duas Rodas em meio ao Salão Duas Rodas, a BMW Motorrad Brasil venceu todas as categorias em que concorria, levando os troféus de Moto do Ano nas categorias Trail com a F 650 GS; Naked com a K 1300 R e Sport Touring com a K 1300 S.
Entretanto a festa não parou por aí. A BMW K 1300 R levou também o prêmio máximo da noite, o de Moto do Ano 2009, conseguindo se destacar perante as demais concorrentes e os jurados do concurso.
Na festa de premiação, Márcio Saldanha Marinho, diretor Comercial e de Marketing da revista DUAS RODAS, agradeceu o empenho de sua equipe e destacou a trajetória de sucesso da revista e, conseqüentemente, a importância do Concurso “Moto do Ano”.
Com esta premiação, mais uma vez, a BMW Motorrad Brasil é reconhecida pelos seus excelentes produtos e trabalho desenvolvido no país.
Conheça a Moto do Ano 2009 e as demais finalistas:
MOTO DO ANO 2009
BMW K 1300 R
NAKED
Honda Hornet
Kawasaki Z 750
BMW K 1300 R (vencedora)
SPORT TOURING
Suzuki GSX 650F
BMW K 1300 S (vencedora)
BMW k 1300 GT
TRAIL
BMW F 650 GS (vencedora)
Honda XR 300
Suzuki DL 650 V-Strom
O Concurso “Moto do Ano”, realizado anualmente pela revista DUAS RODAS, é um dos mais democráticos e respeitados do segmento de motocicletas do Brasil. Afinal, neste ano de 2009 chegou a sua 12ª edição reunindo 31motocicletas divididas em dez categorias. Neste ano concorrem novos modelos e também as motos que receberam importantes alterações mecânicas, eletrônicas ou design. As motocicletas são escolhidas pelos leitores no site da revista, e as três mais votadas em cada categoria vão para a segunda fase. Ou seja, os modelos passam por testes dinâmicos realizados no Campo de Provas Pirelli, em Sumaré, interior de São Paulo.
Nesta edição, o concurso reuniu dez jornalistas especializados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, juntamente com um leitor da revista (escolhido em concurso cultural durante a votação da primeira fase) tiveram a oportunidade de testar os 31 modelos de motos entre 100 e 1.300 cc finalistas nas dez categorias. Foram avaliaram diversos quesitos como, por exemplo, Estilo, Motor, Suspensão, Conforto, Freios e Maneabilidade. Ao final dos testes de cada categoria os jurados aplicavam notas de 5 a 10 para cada quesito.
Os jornalistas especializados que participaram do “Moto do Ano”
Aldo Tizzani – Agência INFOMOTO – São Paulo (SP)
Fausto Macieira – SporTV – Rio de Janeiro (RJ)
Laner Azevedo – Revista Moto Max – São Paulo (SP)
Leandro Mello – Revista Duas Rodas e Programa Auto Esporte – São Paulo (SP)
Josias Silveira – Revista Duas Rodas – São Paulo (SP)
Roberto Dutra – Jornal “O Globo” – Rio de Janeiro (RJ)
Celso Miranda – Canal Bandsports – São Paulo (SP)
Téo Mascarenhas – Jornal “O Estado de Minas” – Belo Horizonte (MG)
Dinno Benzati – Programa Momento Moto – São Paulo (SP)
Mohamed Latif – Revista Moto Teste – Vitória (ES)
Charles Chedid – Leitor revista Duas Rodas – Rio de Janeiro (RJ)
O motociclista está muito vulnerável em caso de acidente, e por isso é importante andar com equipamentos de proteção. Mas, se você quer realmente estar bem protegido não deve deixar de conhecer um sistema de air bag que protege o motociclista.
Neste vídeo você vai ver como funciona o air bag no momento da queda. Ele fica localizado na jaqueta e traz proteção para peito, costas e coluna cervical, e no momento necessário é acionado através de uma conexão com cabo de aço ligada à motocicleta, que automaticamente dispara o dispositivo pneumático dotado de um cilindro de gás CO2. Vale à pena conferir o vídeo!
Já neste outro vídeo, você vai ver um depoimento sobre um acidente real, onde este sistema de air bag salvou a vida de um motociclista:
Não esqueça de se equipar antes pegar a estrada. Bom fim de semana prolongado!